[pt] NADA SOBRE NÓS, SEM NÓS: DESIGN, UM CAMINHO PARA DIMINUIR A FRAGMENTAÇÃO NO PROCESSO DE INCLUSÃO DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NO AMBIENTE DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Ano de defesa: | 2020 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=48176&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=48176&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.48176 |
Resumo: | [pt] A inclusão de pessoas com deficiência em ambientes de ensinoaprendizagem formais é recente. A última lei é a Lei de Inclusão Brasileira (LBI,2015). Com as mudanças, o número de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), incluídos em ambientes de ensino-aprendizagem regulares, aumentou significativamente nos últimos anos. Assim, como a formação de professores de Educação Básica é anterior a LBI, levantamos o pressuposto de que ela pouco contempla o atendimento a situações de inclusão. Estabelecemos, então, como uma questão de pesquisa, a questão de como o Design poderia potencializar a visibilidade de experiências de inclusão. Assumimos, assim, como objetivo, integrar formadores e alunos em prol da constituição desses ambientes. Para tanto, nosso percurso metodológico tomou por base a abordagem do Design Participativo, para entendermos como essa inclusão vinha sendo realizada. Escolhemos como campo de estudo três escolas particulares da cidade do Rio de Janeiro. Paralelamente, visitamos ambientes de educação não formais para visualizarmos pontos de encontro e desencontro entre a educação formal regular e a especializada. Durante todo o percurso, tivemos a participação de pessoas com TEA. Constatamos ser de extrema importância a participação e a interação dessas pessoas na pesquisa. Desenvolvemos um recurso para dar visibilidade às crianças com TEA em ambientes de ensino-aprendizagem inclusivos. Esse recurso possibilita a visualização espacial de onde essas crianças estão sendo inseridas em sala de aula. Assim, os professores podem compartilhar e debater com outros profissionais sobre suas experiências. O recurso cria a oportunidade do reconhecimento de experiências inclusivas por parte do formador e diminui a fragmentação do processo de inclusão da criança com TEA no ambiente de ensino-aprendizagem. |