[pt] URBE LUDENS: JOGOS, PRÁTICAS LÚDICAS E PARTICIPAÇÃO URBANA
Ano de defesa: | 2020 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=51023&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=51023&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.51023 |
Resumo: | [pt] O objetivo desta pesquisa é explorar o potencial de práticas lúdicas como mecanismos de participação e de diálogo com o público não especializado, em projetos ligados à arquitetura e à cidade, para promover a atuação democrática na cidade. A partir da ideia, elaborada por Johan Huizinga, de que os jogos são formadores de cultura, são apresentadas e discutidas algumas práticas lúdicas no campo da arquitetura. Com base nas categorias de jogo definidas por Roger Caillois, dois jogos são desenvolvidos para contextos específicos do Rio de Janeiro: Rocinha e Gamboa. Ao entender a participação como um jogo, no sentido da disputa, do reconhecimento das forças, da negociação e do conflito, propõe-se com essas experiências a articulação de comunidades de jogadores e o desenvolvimento da cultura cívica. Essa experiência visa questionar até que ponto os jogos podem estimular uma vivência mais democrática de cidade ao buscar defini-los como formadores de consciência urbana. |