[pt] AS MÍDIAS DIGITAIS NA E ALÉM DA SALA DE AULA
Ano de defesa: | 2011 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=17545&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=17545&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.17545 |
Resumo: | [pt] Este trabalho teve como objetivo investigar as atuações e representações de um grupo de professores, que, em sua prática docente, leva para a sala de aula o uso das mídias digitais, principalmente a Internet, com seus novos recursos. Para tanto, o desenho de pesquisa considerado mais adequado para que a empiria e a teoria estivessem afinadas foi a pesquisa exploratória enriquecida com a netnografia. Num primeiro momento, foi realizado um debate em duas listas de discussão na Web voltadas para educadores, na maioria, blogueiros. Em seguida, aplicou-se a todos os membros dessas duas listas um questionário, que tomou como base o que foi utilizado na pesquisa Mestres na Web. De posse das respostas de ambos os questionários, foram feitas comparações entre os resultados. Simultaneamente à leitura e à análise dos dados do questionário e do debate, realizou-se a pesquisa no material disponível online produzido pelos professores blogueiros e seus alunos. No decorrer da análise, puderam-se distinguir professores pioneiros de praticantes, segundo categoria do projeto europeu ULearn. Constatou-se que há professores, principalmente da rede pública de ensino e, na maioria, acima dos 36 anos de idade, bastante entrosados com as mídias digitais e com projetos acessíveis e concretos para a renovação do processo ensino-aprendizagem. Porém, ainda há resistência de docentes e de instituições que, muitas vezes, investem em equipamentos tecnológicos, mas não estimulam os professores a fazerem um real uso deles. Percebeu-se também que embora os jovens sejam da era digital, ainda sentem dificuldade em lidar com projetos inovadores na escola. |