[pt] CICLOS DE NEGÓCIOS EM NÍVEL DE PAÍS E INCENTIVOS FISCAIS EM NÍVEL DE FIRMA: DOIS ENSAIOS EMPÍRICOS EM MACROECONOMIA E ECONOMIA DO TRABALHO
Ano de defesa: | 2022 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | eng |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=57517&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=57517&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.57517 |
Resumo: | [pt] Esta tese é composta por dois artigos. No primeiro, nós propomos e implementamos um novo índice de vulnerabilidade que é baseado em um VAR bayesiano, estrutural e que pode variar no tempo e junto com um hipótese de exogeneidade em bloco para um determinado par composto por uma economia grande e uma pequena economia aberta. O índice é baseado na soma das respostas da pequena economia aberta a choques na economia grande ao longo do tempo. Isso permite que nós consigamos distinguir e medir as fontes dos choques, varáveis impactadas e duração do co-movimento ou vulnerabilidade. Nosso índice sugere que a vulnerabilidade é determinada principalmente por características específicas de cada par de países, mas tendências mais gerais de descasamento podem ser observadas em um número considerável de pares de países, especialmente em janelas mais longas. Nós propomos uma aplicação desse método a um arcabouço de bancos globais - o que nos permite medir alguns mecanismos teóricos nunca antes medidos. Usando uma amostra de países desenvolvidos e em desenvolvimento, nós não econtramos evidência da prevalência de tais mecanismos sobre co-movimento. No segundo artigo, estudamos como incentivos fiscais impactam o comportamento da firma. Incentivos fiscais tem impacto sobre salários? Incentivos fiscais tem impacto sobre a composição da força de trabalho das firmas? E tem impacto sobre o tamanho dessas firmas? Para responder essas perguntas, combinamos a RAIS com uma nova base de dados - no nível da firma - de dois programas de incentivos fiscais do estado do Espírito Santo - Invest-ES e Compete-ES. Usando o estimador de diferenças em diferenças para efeitos de tratamento intertemporais, nós estumaos os impactos desses programas no nível municipal e, pela primeira vez, no nível das firmas. Nós não encontramos impacto significativo de de incentivos fiscais em quaisquer variáveis de nível municipal. No nível das firmas, por outro lado, nossos resultados indicam que há uma maior migração vinda de outros municípios do estado do Espírito Santo e também indicam que há um crescimento temporário no número de empregos nas firmas tratadas. Com relação a salário e níveis educacionais da força de trabalho, não foi documentado qualquer impacto significativo. |