[pt] CURVA DE PHILLIPS NOS EUA: O CASO DA INFLAÇÃO PERDIDA

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: CARLOS DE CARVALHO MACEDO NETO
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: MAXWELL
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=33563&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=33563&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.33563
Resumo: [pt] O presente trabalho tem como principal objetivo contribuir para a desmistificação da dinâmica atual do deflator do consumo americano.Com esta finalidade, é avaliada a evolução temporal da Curva de Phillips americana, utilizando como referência a especificação apresentada por Yellen (2015). Os resultados encontrados são analisados e comparados com novas estimativas para diferentes variáveis de núcleo de inflação, expectativa de inflação e ociosidade do mercado de trabalho. A hipótese de não linearidade da Curva de Phillips também é testada. Por fim, um modelo alternativo ao de referência é sugerido e o deflator do consumo é desagregado para uma melhor compreensão. Concluímos que a Curva de Phillips continua válida e que não houve achatamento ao longo dos anos 2000. Ademais, não foi constatado suporte estatístico para a hipótese de não linearidade. Com isso, os principais responsáveis identificados pelo caso da inflação perdida são categorias que sofreram choques estruturais relacionados aos seus respectivos setores. E se esta avaliação estiver correta e os choques setoriais forem persistentes, o banco central americano possivelmente precisará implementar uma posição mais acomodatícia do que seria apropriado para atingir sua meta de longo prazo.