[pt] CURVA DE PHILLIPS NOS EUA: O CASO DA INFLAÇÃO PERDIDA
Ano de defesa: | 2018 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=33563&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=33563&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.33563 |
Resumo: | [pt] O presente trabalho tem como principal objetivo contribuir para a desmistificação da dinâmica atual do deflator do consumo americano.Com esta finalidade, é avaliada a evolução temporal da Curva de Phillips americana, utilizando como referência a especificação apresentada por Yellen (2015). Os resultados encontrados são analisados e comparados com novas estimativas para diferentes variáveis de núcleo de inflação, expectativa de inflação e ociosidade do mercado de trabalho. A hipótese de não linearidade da Curva de Phillips também é testada. Por fim, um modelo alternativo ao de referência é sugerido e o deflator do consumo é desagregado para uma melhor compreensão. Concluímos que a Curva de Phillips continua válida e que não houve achatamento ao longo dos anos 2000. Ademais, não foi constatado suporte estatístico para a hipótese de não linearidade. Com isso, os principais responsáveis identificados pelo caso da inflação perdida são categorias que sofreram choques estruturais relacionados aos seus respectivos setores. E se esta avaliação estiver correta e os choques setoriais forem persistentes, o banco central americano possivelmente precisará implementar uma posição mais acomodatícia do que seria apropriado para atingir sua meta de longo prazo. |