[en] GLOBALIZATION, GLOBALISM, AND POLITICAL SUBORDINATION OF THE NATIONAL STATE THE THOUGHT OF ULRICH BECK
Ano de defesa: | 2019 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=38019&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=38019&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.38019 |
Resumo: | [pt] O presente trabalho tem como objetivo através do pensamento de Ulrich Beck, analisar como a ascensão da globalização tem afetado o modelo de Estado nacional Westfaliano. É exposto como os Estados nacionais se caracterizaram como um espaço de intensas disputas políticas a partir da eclosão das revoluções do século XVIII. Em seguida é realizada a delimitação do quadro teórico de Ulrich Beck de modo a identificar como o autor realiza a interligação entre sua teoria da sociedade de risco e o impacto da globalização sobre o funcionamento dos Estados nacionais. Através da diferenciação entre os conceitos de globalização e globalismo é realizada a desmistificação de certas crenças, sendo possível compreender, como tem sido viável aos agentes econômicos imporem uma subordinação política dos Estados nacionais aos seus interesses de mercado. O globalismo é identificado como uma ideologia e a globalização como um fenômeno plural e irreversível. A partir de então verifica-se que as disputas de poder que se realizaram historicamente dentro dos limites do Estado nacional se desequilibram intensamente. Dessa forma compromete-se o funcionamento democrático da política dos Estados nacionais. São delimitados fenômenos que no entender de Ulrich Beck caracterizam-se como reais transformações sociais que afetam os Estados da atualidade. Tais transformações forçam uma reconfiguração no que tange a vinculação territorial do poder político. A partir dessa constatação abrem-se questionamentos a respeito de novas formas institucionais pósnacionais, que venham compensar o esvaziamento político e o déficit democrático por que passam os Estados nacionais contemporâneos. |