[en] FAMILY SYSTEM AND ITS INFLUENCE ON THE DEVELOPMENT OF MANAGEMENT COMPETENCE

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: MARCELO POMERANIEC CARPILOVSKY
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: MAXWELL
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=9678&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=9678&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.9678
Resumo: [pt] O cenário atual das organizações tem demandado gestores capazes de atuar em um ambiente marcado por rápidas mudanças, relações de interdependência e diversidade da força de trabalho. Porém, o desenvolvimento das chamadas competências gerenciais não é um processo simples, pois envolve não apenas a compreensão das melhores práticas de gestão, mas também a capacidade para agir de modo diferente. Nesta pesquisa, buscamos uma maior compreensão do sujeito, em sua atuação organizacional, por meio de um olhar interdisciplinar, utilizando o referencial da teoria familiar sistêmica. Pretendemos avaliar como se expressam as experiências vividas na família de origem, na prática profissional dos gerentes. Para tal, realizamos 30 entrevistas, com gerentes de diferentes empresas. Os dados foram tratados utilizando-se análise de conteúdo. Verificamos que a família representa relevante força no desenvolvimento e na manutenção de características que compõem as competências de liderança, de motivação, de comunicação, de negociação e solução de conflitos, de tomada de decisão, de criatividade e de trabalho em equipe. Constatamos, também, que tais características podem se dar tendo em vista a origem étnica ou socioeconômica da família, a transmissão de posturas vindas de outros membros da família, os padrões familiares, os eventos críticos, as expectativas sobre o sujeito e os papéis por ele desempenhados, e as falas significativas de membros da família. Não ocorre, porém, uma simples relação de causa e efeito, tendo em vista que a família traz referências que podem ou não serem seguidas em seus múltiplos aspectos. Por fim, sugerimos que o conceito de autoconhecimento na literatura gerencial deva ser ampliado, para incorporar o conhecimento da dinâmica vivida na família de origem, pois esse parece ser um passo importante no processo de diferenciação do sujeito, refletindo-se na sua capacidade de escolher e adotar novos comportamentos.