[pt] OS FUNDOS DE AÇÕES DOS GRANDES BANCOS BRASILEIROS: UMA AVALIAÇÃO EMPÍRICA DE SEUS RETORNOS E TAXAS DE ADMINISTRAÇÃO

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: MARCOS DA COSTA FANTINATTI
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: MAXWELL
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=12159&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=12159&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.12159
Resumo: [pt] Trabalhos recentes sugerem que as instituições financeiras brasileiras têm algum grau de poder de mercado no setor de serviços bancários. Será que elas conseguem estender esse poder para o mercado de fundos de investimento? Esta dissertação analisa os retornos e as taxas de administração dos fundos de ações no Brasil entre os anos de 2002 a 2006. Os dados revelam que os fundos administrados pelos cinco maiores bancos privados no Brasil não têm um retorno ajustado pelo risco significativamente inferior ao dos demais fundos de ações, nem cobram taxas de administração mais elevadas. A conclusão é que mesmo que os maiores bancos brasileiros tenham poder de mercado, eles não conseguem estendê-lo para o mercado de fundos de ações.