Características Microbiológicas das Infecções Urinárias de Origem Comunitária em Mulheres
Ano de defesa: | 2015 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Escola de Ciências Sociais e Saúde::Curso de Enfermagem Brasil PUC Goiás Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Atenção à Saúde |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/4148 |
Resumo: | As infecções do trato urinário (ITU) são muito comuns e são causadas, principalmente, por bacilos gram-negativos. Uma das formas racionais de influenciar positivamente o tratamento e reduzir o grau de incerteza na terapia empírica é o conhecimento da epidemiologia regional e o padrão de suscetibilidade aos agentes antimicrobianos disponíveis na rede de assistência à saúde. O objetivo deste estudo foi descrever as características epidemiológicas das infecções urinárias de origem comunitária em mulheres, os principais microrganismos isolados dos urocultivos e os padrões de resistência aos antimicrobianos comumente utilizados. Estudo epidemiológico, descritivo, transversal, retrospectivo, mediante a utilização de laudos de uroculturas e antibiogramas, realizados em laboratórios privados, localizados no município de Goiânia, no período de 2011 a 2014. Foram analisados 92.474 laudos de janeiro de 2011 a dezembro de 2014, cuja prevalência de urocultura positiva foi de 8,0% (n=7404), e as mulheres representaram 84,9% (n=6.286) dos urocultivos positivos na faixa etária entre 35 a 64 anos, sendo a E. Coli (73,8%) o principal microrganismo responsável pelas ITUs. A maior percentagem de resistência, em relação à E. Coli, coube à ampicilina (51,3%), cefalotina (31,0%), trimetropina (26,5%) e ao grupo das quinolonas, com ácido nalidíxico (26,0%), ciprofloxacima (22,6%) e norfloxacima (17,1%). Os gram-positivos apresentaram mais resistência à clindamicina e eritromicina. |