Perfil de resistência de Enterobacteriaceae aos antimicrobianos de primeira e segunda escolha para tratamento de infecção do trato urinário de origem comunitária
Ano de defesa: | 2020 |
---|---|
Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Escola de Ciências Sociais e da Saúde Brasil PUC Goiás Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Atenção à Saúde |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/4789 |
Resumo: | A infecção do trato urinário (ITU) é a segunda doença infecciosa mais prevalente na comunidade, superada pelas infecções respiratórias. Objetivo: Analisar o padrão de resistência das bactérias Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae e Proteus mirabilis aos antimicrobianos de primeira e segunda escolha, de uso oral, para tratamento de ITU de origem comunitária. Método: estudo transversal que analisou registros de uroculturas positivas de pacientes ambulatoriais, de janeiro de 2011 a dezembro de 2018, em Goiânia, Goiás, Brasil. Foram avaliados antimicrobianos de primeira escolha e de segunda escolha para tratamento de infecção urinária de origem comunitária. Foi realizada análise descritiva e o teste do qui-quadrado foi aplicado para avaliar o aumento do padrão de resistência aos antimicrobianos testados. A significância foi estabelecida em p<0,05. Resultados: De 21.785 laudos de culturas de urina, A E. coli foi o patógeno mais revalente, seguido por K. pneumoniae e P. mirabilis. A maior prevalência de ITU ocorreu no sexo feminino (87,4%) e cerca de 63,6% tinham idade entre 19 a 59. No sexo masculino, os isolados eram mais resistentes, exceto para P. mirabilis. Maiores padrões de resistência foram identificados em E. coli, K. pneumoniae, exceto P. mirabilis para Trimetoprim/sulfametoxazol (≤ 0,5%) e Levofloxacina (≤ 9,8%). Significante crescimento na resistência foi identificado em K. pneumonia para Cefalexina, E. coli para Nitrofurantoina, Trimetoprim/Sulfametoxazol, Cefalexina, Ciprofloxacina e Amoxacilina/Clavulanato e P. mirabilis Levofloxacina e Amoxacilina/Clavulanato |