Michel Foucault: sobre as ciências humanas, a sociedade panóptica e as especificidades do intelectual
Ano de defesa: | 2003 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Católica de Goiás
Departamento de Educação Brasil UCG Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Educação |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/3780 |
Resumo: | Esta pesquisa objetiva, com base em FOUCAULT, examinar - ao longo dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX - as condições de possibilidade da existência de determinados saberes, tais como: a Gramática Geral, a História Natural e a Análise das Riquezas e, a sua ruptura com o surgimento, nesses solos, de novas empiricidades, quais sejam a Filologia, a Economia e a Biologia. Estas Empiricidades se inter-relacionam com um novo saber sobre o homem, surgido na modernidade: as Ciências Humanas. A partir daí, busca-se descrever qual tem sido o discurso da educação, desde a emergência desse campo do conhecimento no século XIX. Em seguida, pretende-se discutir que a educação, embora preconize a construção dos sujeitos, a justiça e a cidadania, pelo contrário, fabrica corpos dóceis e indivíduos politicamente passivos, em decorrência de sua função normalizadora e disciplinar. Isso ocorre porque a sociedade moderna é normativa e estabelece o controle total sobre os sujeitos. É uma sociedade panóptica. Por último, aponta-se a visão de FOUCAULT sobre as especificidades do intelectual na sociedade moderna e a premência de o educador pensar sobre a necessidade de sua função ser reelaborada. |