Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
CARNEIRO, Rayza Samara de Assis |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.pgsskroton.com//handle/123456789/36178
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Resumo: |
O mogno africano (Khaya senegalensis) é uma espécie que foi introduzida no Brasil visando, em alguns casos, a substituição do mogno brasileiro. Nos últimos anos, esta espécie vem crescendo a nível de produção e isso se deve, à sua facilidade de adaptação ao clima, seu custo-benefício e, resistência a pragas. Diante da crescente utilização do mogno africano nos processos produtivos brasileiros, e da necessidade de obter conhecimento a respeito da espécie, este trabalho teve como objetivo avaliar o desenvolvimento de mudas de mogno africano e suas características morfofisiológicas, após serem cultivadas em substratos com adição de estercos bovino e de aves. O experimento foi conduzido em casa de vegetação por 90 dias, sob irrigação diária, com mudas de mogno africano que, foram submetidas as doses de 5 g; 10 g; 15 g; 20 g e; 25 g de cada esterco, além de um tratamento controle (sem adição de esterco), totalizando 11 tratamentos com 6 repetições. Após a finalização do experimento, foram analisadas as características fisiológicas como: taxa fotossintética, condutância estomática, concentração intercelular de CO2, déficit de pressão de vapor, taxa transpiratória e taxa de transpiração, além da eficiência no uso da água. Em seguida, foram analisadas as características morfológicas: altura, diâmetro, relação altura/diâmetro, massa seca aérea, massa seca raiz, relação massa seca aérea/massa seca raiz e o índice de qualidade de Dickson. Analisando as características morfológicas, verifica-se que o esterco de aves foi superior quanto às características altura, massa seca da parte aérea, massa seca parte radicular e o IQD; enquanto o esterco bovino se destacou apenas quanto a relação altura/diâmetro. Para as características fisiológicas, o esterco de aves se destacou pela eficiência em características como taxa fotossintética, condutância estomática, concentração de CO2, taxa transpiratória e a eficiência no uso da água; o que, provavelmente, contribuiu para os melhores resultados ao analisar as características morfológicas. Dessa forma, analisando as características morfofisiológicas, para a produção das mudas, o esterco de aves foi o melhor, sendo recomendado a dose de 25g para a produção de mudas de qualidade de K. senegalensis. |