Metodologias ativas no ensino de língua inglesa na EJA

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: ARTUZI, Dayane
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.pgsskroton.com//handle/123456789/38656
Resumo: O estudo aqui apresentado teve o objetivo de aplicar e avaliar o uso de Metodologias Ativas no ensino de Língua Inglesa (LI), para uma aprendizagem mais significativa da disciplina entre os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A investigação foi realizada na EEDIEB Getúlio Dornelles Vargas, no município de Primavera do Leste - MT. Mediada pela professora de LI e também pesquisadora autora do estudo, a metodologia da pesquisa foi a pesquisa-ação dirigida a duas turmas de Ensino Médio, cujos alunos têm idades a partir de dezoito anos e que cursam as atividades pedagógicas na EJA, no período noturno da referida escola, totalizando 50 alunos matriculados, dos quais 23 participaram da pesquisa, considerando que o estudo foi realizado durante a pandemia da Covid-19, fato que culminou na evasão de muitos estudantes. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário com quatorze perguntas, sendo treze fechadas e uma aberta , enviada via Google Formulários, disparados por WhatsApp aos participantes, cujo intuito foi instigar a autopercepção do uso de metodologias ativas no ensino de LI, seus impactos, contribuições, fatores relevantes e condicionantes de êxito. Como resultado, ratificou-se a importância do uso de Metodologias Ativas no ensino de LI, a exemplo da Aprendizagem Baseada por Projetos (ABProj), metodologia ativa eleita para este estudo, como estratégia que corrobora a aprendizagem significativa da disciplina entre os estudantes da EJA. No entanto, o estudo também destaca que alguns alunos tiveram dificuldade no manuseio da ferramenta e necessitaram da presença do professor para a evolução na proposta, o que requer amadurecimento e reflexão sobre o uso da metodologia.