Exportação concluída — 

A PERCEPÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ACERCA DOS BENEFÍCIOS DO EXERCÍCIO FÍSICO EM INDIVÍDUOS DISLIPIDÊMICOS

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: LIMA, Fernando do Amaral
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.pgsscogna.com.br//handle/123456789/65791
Resumo: A dislipidemia é um fator agravante para aterosclerose e doenças cardiovasculares. O exercício físico tem sido prescrito de forma profilática e terapêutica em comorbidades. Esta dissertação utilizou metodologia qualitativa exploratória e descritiva, baseada no Plano DANT 2021-2030 e literatura especializada dos últimos dez anos. Foram selecionados 30 artigos a partir de uma busca em bases de dados científicas Scielo, PubMed, BVS, Scopus e Embase. O estudo, autorizado pelo CEP (Comitê de Ética em Pesquisa) sob o Parecer Número 5.597.665, contou com 45 participantes, sendo 60% masculinos e 40% femininos. A faixa etária predominante foi de 31 a 40 anos (46,7%). A maioria dos participantes (64%) era composta por especialistas em educação física. Dos participantes, apenas 8,9% consideraram ter excelente conhecimento em dislipidemia, enquanto a maioria (46,7%) considerou ter bom conhecimento. Quanto à preparação para prescrever treinos, 17,8% se consideraram muito pouco preparados, 28,9% pouco preparados, 42,2% em bom nível e 11,1% em nível excelente. Em relação à intensidade ideal do exercício para indivíduos com perfil lipídico alterado, 11,1% conhecem muito pouco, 44,4% conhecem pouco, 28,9% consideram ter bom conhecimento e 11,1% têm conhecimento excelente. Apenas 55,6% dos participantes fizeram cursos abordando dislipidemia, cardiopatia e diabetes mellitus tipo II. Dos respondentes, 42,2% utilizam bases de dados científicas para se atualizar, enquanto 57,8% não utilizam. Os resultados indicam a necessidade de maior capacitação dos profissionais de educação física para lidar com pacientes dislipidêmicos e cardiopatas, além de acesso a informações atualizadas e confiáveis.