Risco de reabsorção óssea em implantes de regiões estéticas - uma análise de elementos finitos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: ROSA, Andrei
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.pgsscogna.com.br//handle/123456789/67352
Resumo: A perda dentária pode levar a reabsorção óssea em regiões estéticas como maxila anterior, a reabilitação com implantes se torna um desafio e a manutenção óssea do tecido peri-implantar também. O Objetivo deste estudo foi fazer análise subjetivas e objetivas para avaliar o risco de reabsorção óssea através da análise de elementos finitos simulando um implante na região de maxila anterior em diferentes posições em relação ao nível ósseo que pode ser, a nível o ósseo (S0), abaixo do nível ósseo 1 milímetro (S1), 2 milímetros S2 e 3 milímetros (S3). Foram comparadas diferentes geometrias de maxila: atrófica (Mf), triangular (Mt) e favorável (Mf), dois tipos de carregamento de força oclusal, um ponto em região de cíngulo de 100 N (F1) e outra com dois pontos em crista mesial e distal de 50N cada (F2). Os resultados demonstram que na região vestibular de todos os modelos a deformação é aumentada, principalmente na região medular. O posicionamento apico-coronal do implante influenciou no risco de reabsorção óssea, implantes instalados mais profundamente (S2 e S3) possuem esses riscos aumentados, pois estão inseridos em um tecido de predominância medular. A influência da densidade óssea no risco de reabsorção foi demonstrada ao analisarmos as geometrias de maxilas, os melhores resultados foram na geometria de maxila atrófica, acreditamos que a densidade do tecido peri-implantar do tipo cortical, na região vestibular, melhorou a estabilidade e diminuiu o risco de deformações. Em relação ao carregamento oclusal, F2 demonstrou um aumento da deformação das regiões peri-implantares.