O impacto da estrutura de capital na avaliação de empresas: evidências do mercado brasileiro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Albarella Neto, Delpho
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.repositorio.insper.edu.br/handle/11224/663
Resumo: Este trabalho visa a analisar a relevância da dívida em termos de valor no apreçamento de uma ação. Partindo do modelo de Ohlson (1995), o patrimônio líquido é decomposto em seus dois principais componentes (ativos e capital de terceiros), para que se possa testar se o mercado os precifica de forma diferente. O valor informacional da dívida é analisado levando em consideração as teorias da sinalização e da estrutura “ótima de capital”, além da relação entre custo da dívida e retorno sobre investimentos. A amostra compreende todas as empresas brasileiras não financeiras listadas na BM&F Bovespa. Os resultados parecem suportar a teoria da sinalização, uma vez que o endividamento em empresas com boas perspectivas futuras de lucratividade tem sinal positivo para o preço da ação. Contudo, desvios da proporção “ótima” (ou meta) de dívida sobre capital próprio não parecem ser relevantes para o mercado, o que não suporta a teoria da estrutura “ótima” de capital. O impacto da dívida no valor de uma ação parece ter impacto positivo (negativo) para as empresas com custo de dívida inferior (superior) ao retorno sobre investimentos.