Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Tinós, Eduardo Minatel |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.repositorio.insper.edu.br/handle/11224/2610
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Resumo: |
Baseado no trabalho de Piazzesi & Swanson (2008), este trabalho tem como objetivo verificar a existência de excesso de retorno nos futuros de DI1 em relação ao CDI realizado, encontrar variáveis que possam prever o prêmio de risco com informações disponíveis no momento da estimativa, avaliar qual seria o retorno acumulado de uma estratégia que tentasse coletar o excesso de retorno. Por fim, pretende-se verificar, a partir dos contratos de futuros de juros, a surpresa decorrente das decisões de política monetária e como esse choque influencia as taxas dos contratos até 6 meses. Averiguou-se que o prêmio de risco é significativo, variável no tempo, contra cíclico e possível de ser previsto, através do método de mínimos quadrados utilizando-se variáveis macroeconômicas e financeiras, como o IPCA e o índice EMBI+BR. Um participante do mercado pode reduzir os erros de previsões do rumo da política monetária ao ajustar as taxas dos contratos futuros pelo prêmio de risco estimado ou pela regra do delta desenvolvida neste trabalho. Uma estratégia do tipo long-short para coletar esse prêmio de risco entre os vértices de 6 e 1 mês se mostrou vencedora na teoria, mas se torna perdedora ao se incorporar os custos de corretagem. Os choques de política monetária são estimados pelos modelos de Rudebusch (1998) e Kuttner (2001) e observou-se que estes choques, na média, são próximos a zero e influenciam as taxas dos contratos futuros de curto prazo (até 4 meses). |