Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Almeida, Ítalo Leal Ferreira de
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Orientador(a): |
Carvalho, Renata Maria Caminha Mendes de Oliveira
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Banca de defesa: |
Tavares, Erika
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Silva, Érick Viana da
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Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Mestrado Profissional em Gestão Ambiental
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Departamento: |
Recife
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/739
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Resumo: |
Os desafios sociais e ambientais são gigantes no Brasil e claramente o Governo, as organizações da sociedade civil e os cidadãos não dão conta de resolver os problemas sozinhos. Negócios mais conscientes que compreendem o seu papel como parte ativa na solução dos problemas da sociedade surgem para contribuir de forma positiva no mundo, atrelando lucro a impacto positivo. Para tanto, é preciso quebrar velhos paradigmas que apontam que todas as empresas são as vilãs, em detrimento de novos paradigmas que trazem uma nova economia baseada no impacto positivo. Sendo assim, esse trabalho visou contribuir para o fortalecimento das comunidades e ecossistemas de empreendedorismo de impacto socioambiental positivo. É esperado que essa pesquisa ajude a crescer o número de iniciativas que monitoram e compartilham os seus impactos positivos gerados, inspirando a criação de novos negócios mais conscientes e sustentáveis. Este trabalho teve como objetivo analisar a Comunidade B do Estado de Pernambuco, verificar como ela funciona e identificar seus pontos de melhoria, analisar como a certificação B ajuda os empreendedores de impacto, identificar o uso de indicadores de impacto positivo pela Comunidade B e sugerir aprimoramentos. A metodologia utilizada nesta pesquisa teve como base o estudo de caso e entrevistas semiestruturadas com 11 Multiplicadores B formados pelo Sistema B. Como resultado foi possível observar um cenário de expansão dos negócios de impacto, baseado no aumento de capital disponível para investir nesse tipo de modelo de negócio, aumento do debate em ESG, consumo consciente e mudanças climáticas e a busca cada vez maior por atuação com propósito e impacto socioambiental positivo. Também é possível perceber que há uma tendência natural das empresas colaborarem mais entre si e que é de fácil percepção o quanto ecossistemas de empreendedorismo como a Comunidade B ajudam os empreendedores por meio do fomento ao networking, apoio mútuo e conhecimento sobre os temas relacionados aos negócios de impactos socioambientais. Como sugestões de melhorias tem-se, aumentar o engajamento e a frequência dos eventos, profissionalizar o voluntariado, começar a medir o impacto causado, investir na informação e educação de líderes, melhorar a comunicação, realizar rodadas de negócios e buscar por financiamento |