Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Cruz, Gabriel Soares |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/3914
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Resumo: |
Este presente estudo tem por objeto de investigação analisar a jurisdição constitucional realizada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, mormente quando da modulação dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade, conforme previsto no art. 27 da Lei nº. 9.868/99. À luz da teoria contemporânea do direito, bem como pela previsão na Constituição Federal de 1988 de que os Tribunais estaduais são competentes para controlar a constitucionalidade de atos normativos estaduais e municipais que confrontarem a Constituição Estadual, busca-se analisar se as decisões tomadas por este órgão quando da análise da compatibilidade de determinado ato normativo em face da Constituição Estadual se revestem por jurídicas ou por políticas, dado que essa nova teoria quer ultrapassar o poder discricionário que, muitas vezes, é arbitrário, e as decisões com base em questões utilitárias, porque a modulação dos efeitos, nos termos em que previsto na lei específica, não parece ser um instrumento de racionalidade jurídica, mas de expressão de um poder político ilegítimo e rechaçado pela atual sistemática constitucional. Utiliza-se como marco teórico a teoria da integridade na compreensão procedimentalista do direito. |