Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Vasconcelos, Renata Ottes |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://repositorio.furg.br/handle/1/9119
|
Resumo: |
Mundialmente, a incidência de melanoma tem aumentado de forma preocupante, e uma terapia eficaz para a doença metastática ainda inexiste, dada a sua resistência intrínseca/extrínseca. Ácidos graxos poliinsaturados ômega 3 (PUFA ômega 3) têm atraído um crescente interesse como promissores adjuvantes na prevenção e tratamento do câncer. Assim, as propostas deste trabalho foram avaliar o efeito do ácido -linolênico (ALA) na exposição à radiação ultravioleta B (UVB) em uma linhagem melanocítica normal (Melan-a) e em uma linhagem melanocítica maligna (B16F10), investigar a atividade da glicoproteína P (Pgp), que é equívoca para o melanoma, e ainda analisar o efeito do tratamento combinado de cisplatina (CPt), e um PUFA ômega 3, ácido docosahexaenóico (DHA), em sensibilizar células de melanoma humano (WM266-4) e murino (B16F10) à ação antineoplásica da CPt. Também investigamos os efeitos do DHA em proteínas relacionadas à resposta de resistência à CPt no melanoma, ERCC1, DUSP6 e p-ERK. ALA apresentou um efeito inibitório na proliferação de células B16F10, e teve um mínimo efeito na Melan-a. ALA e UVB combinados mostraram, de uma forma dose e tempo dependente, uma ação fotodinâmica nas células B16F10 e um efeito fotoprotetor na Melan-a. Demonstramos que estes efeitos não tiveram a participação do processo de estresse oxidativo, uma vez que não foram observadas diferenças em 48 h após os tratamentos. Adicionalmente, ambas as células apresentaram uma expressiva atividade de Pgp. Mostramos ainda que o DHA apresentou um efeito inibitório e antiinvasivo em células de melanoma. DHA também reverteu os efeitos da CPt nas proteínas estudadas. Inclusive, outro PUFA ômega 3, o ácido eicosapentaenóico (EPA), foi também capaz de exercer efeitos similares na expressão de ERCC1, DUSP6 e p-ERK, revertendo a resposta de resistência em células de melanoma. |