Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Lobato, Cristina Danielle Pinto |
Orientador(a): |
Mattos, Marco Aurélio Vannucchi Leme de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/10438/32472
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Resumo: |
A presente dissertação apresenta narrativas e experiência da Justiça Restaurativa na cidade do Rio de Janeiro, por meio do olhar de quem julga, de quem faz e de educa. A hipótese de partida é de que cada um desses atores traz consigo suas histórias e percepções sobre as práticas em construção, conforme acontece nos demais estados do Brasil e países do mundo. Para verificá-la, realizou-se uma revisão da literatura sobre Justiça Restaurativa no Brasil e mundo. A seguir, analisou-se as entrevistas realizadas com base no roteiro estruturado inicialmente para a construção de um acervo de história oral. Concluiu-se, por fim, que falar sobre Justiça Restaurativa é primeiro ter a clareza de que não há uma definição fechada sobre o que seja; é um constante construir, pois primeiro surgiram as experiências, depois a teorização sobre esse fazer. É uma tecnologia jurídica potente para trocar as lentes daqueles que atuam na estrutura da Justiça, reverberando também naqueles que utilizam esse serviço "dentro" ou "fora" dela, impactando a forma como desejamos olhar para os conflitos, para os danos, para as nossas dores e relações. |