Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Barreto, Andréa Mussnich |
Orientador(a): |
Rubinstein, Flávio |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/10438/36631
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Resumo: |
O acesso às orientações, a certeza e a uniformidade das interpretações da legislação proferidas e divulgadas pela Administração Tributária são importantes fatores de influência à propensão dos contribuintes para adimplir voluntariamente com as suas obrigações tributárias, com impactos também no tax gap e no grau de confiança do administrado em relação ao fisco. As atividades interpretativas realizadas pela Receita Federal do Brasil, via soluções de consulta e instruções, e pela Procuradoria- Geral da Fazenda Nacional, via manifestações jurídicas, são fontes relevantes de orientação para as respectivas carreiras e, também, para o contribuinte, ante a expectativa de comportamento do órgão de acordo com determinada interpretação. As oscilações e divergências de entendimentos entre a RFB e a PGFN contribuem para a incerteza tributária, trazem complexidade e provocam um sistema com potencial tratamento anti-isonômico entre os contribuintes, não obstante o crédito tributário seja um só. A análise do grau de interação entre os dois órgãos, RFB e PGFN, na atividade interpretativa, revela a possibilidade de coexistência de entendimentos divergentes no sistema e a ausência de uma estrutura institucional adequada voltada para a prevenção e solução de posicionamentos antagônicos, além da dificuldade de acesso aos entendimentos dos órgãos. |