Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2025 |
Autor(a) principal: |
Vitral, Carina |
Orientador(a): |
Kondo, Edson Kenji |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/10438/36362
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Resumo: |
A presente dissertação tem por objetivo analisar o processo de tomada de decisão que levou à emergência do Plano de Transformação Ecológica e verificar porque o plano ganhou espaço na agenda econômica do Brasil com base na teoria da agenda na perspectiva das coalizões de defesa. Para cumprir o intento do estudo, optou-se pela pesquisa qualitativa com análise de conteúdo temática de entrevistas semiestruturadas realizadas com formuladores de política econômica e climática nos ministérios do terceiro governo Lula. Verificou-se que eventos externos ao subsistema da agenda verde influenciaram a visão dos formuladores de política - notadamente o cenário global da economia verde e os eventos climáticos extremos e propiciaram a mudança institucional para a entrada da Transformação Ecológica na agenda econômica. A nova cadeia global de valor da economia verde e a demanda mundial pela transição energética são vistas pelos formuladores como uma oportunidade para a neoindustrialização considerando as vantagens comparativas do Brasil no setor de energias renováveis. Também é apontado como ameaça do cenário global, o chamado protecionismo verde com barreiras comerciais e subsídios para novas tecnologias. |