Evolução histórica e governança das Sociedades de Propósito Específico de Aquisição (SPACs)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Marina, Lucas Pinatti
Orientador(a): Dias, Luciana Dias
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/10438/36495
Resumo: As sociedades de propósito específico de aquisição (SPACs), especialmente durante os anos de 2020–2022, viveram um boom que superou formas tradicionais de captação de recursos com a mensagem central de “menores custos de governança” para empresas e coordenadores de ofertas. Diversos questionamentos e ponderações técnicas e acadêmicas apontaram possíveis custos implícitos e inerentes à estrutura que poderiam trazer prejuízos não divulgados aos investidores. É importante analisar qual a estrutura básica das SPACs, quais questões são inerentes a essa estrutura e quais medidas podem ser adotadas para que, ao passo que permita a viabilização do produto enquanto veículo de captação de recursos, também enderece as preocupações que apontam possíveis prejuízos intrínsecos aos investidores e ao mercado. O baixo grau de desenvolvimento e experiência deste produto no Brasil, tanto na ótica da regulamentação como na experiência do mercado, permite que os aprendizados dos ordenamentos estrangeiros, especialmente a dos Estados Unidos, possam servir de orientação para o Brasil viabilizar uma boa governança deste produto.