Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica

Uloženo v:
Podrobná bibliografie
Hlavní autor: Costa, Samara Belém
Datum vydání: 2004
Médium: Doctoral thesis
Jazyk: por
Zdroj: Repositório Institucional da UnB
Download full: https://repositorio.unb.br/handle/10482/45615
Shrnutí: Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Fitopatologia, 2004.
_version_ 1871442531230679040
author Costa, Samara Belém
author_browse Costa, Samara Belém
author_facet Costa, Samara Belém
author_role author
bitstream.checksum.fl_str_mv bacfee268cc5d4f6aaa2e6e0066d38f5
ad744ce5568adc1e5819494fe961a3ae
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
bitstream.url.fl_str_mv http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/45615/2/license.txt
http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/45615/1/2004_SamaraBel%c3%a9mCosta.pdf
collection Repositório Institucional da UnB
contributor_str_mv Lopes, Carlos Alberto
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Lopes, Carlos Alberto
dc.contributor.author.fl_str_mv Costa, Samara Belém
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2023-01-23T03:42:25Z
dc.date.available.fl_str_mv 2023-01-23T03:42:25Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2023-01-23
dc.date.submitted.none.fl_str_mv 2004-07-30
dc.identifier.citation.fl_str_mv COSTA, Samara Belém. Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica. 2004. 102 f. Tese (Doutorado em Fitopatologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2004.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.unb.br/handle/10482/45615
dc.language.iso.fl_str_mv por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UnB
instname:Universidade de Brasília (UnB)
instacron:UNB
dc.subject.keyword.pt_BR.fl_str_mv Diversidade genética
Tomate
Amazônia
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
description Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Fitopatologia, 2004.
eu_rights_str_mv openAccess
format doctoralThesis
id UNB_d1d3fa1a5d62db8367e65623fdbbd1ee
identifier_str_mv COSTA, Samara Belém. Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica. 2004. 102 f. Tese (Doutorado em Fitopatologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2004.
instacron_str UNB
institution UNB
instname_str Universidade de Brasília (UnB)
language por
network_acronym_str UNB
network_name_str Repositório Institucional da UnB
oai_identifier_str oai:repositorio.unb.br:10482/45615
publishDate 2004
publishDateSort 2004
reponame_str Repositório Institucional da UnB
repository.mail.fl_str_mv repositorio@unb.br
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UnB - Universidade de Brasília (UnB)
repository_id_str
spelling Costa, Samara BelémLopes, Carlos Alberto2023-01-23T03:42:25Z2023-01-23T03:42:25Z2023-01-232004-07-30COSTA, Samara Belém. Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica. 2004. 102 f. Tese (Doutorado em Fitopatologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2004.https://repositorio.unb.br/handle/10482/45615Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Fitopatologia, 2004.A diversidade de Ralstonia solanacearum no Estado do Amazonas foi estudada em 70 isolados obtidos de plantas de tomate e outras hospedeiras com sintomas de murcha. Inicialmente, os isolados foram renovados pelo reisolamento após inoculação na hospedeira, identificados em biovares e classificados de acordo com o grau de virulência em plantas de tomate cv. IPA-5, pimentão cv. Cascadura Ikeda e chicória da Amazônia (Eryngium foetidum) inoculadas em casa de vegetação mergulhando suas raízes em suspensão bacteriana (108ufc/ml). Mudas inoculadas foram transplantadas para vasos de 1L contendo solo esterilizado. As avaliações foram feitas através de escala de notas de 1 a 5 aos quatro, oito e 12 dias após a inoculação em plantas de tomate, seis, oito e 12 dias após a inoculação em pimentão e aos oito, 11 e 14 dias após a inoculação em chicória da Amazônia. Um índice de murcha bacteriana (IMB) foi calculado pela fórmula IMB= £(C x P) / N, onde C = nota atribuída a cada classe de sintoma; P = número de plântulas em cada classe de sintoma e N = número total de plantas inoculadas. De 70 isolados, 53 pertencem à biovar I, quatro isolados à biovar N2 e 13 isolados à biovar III. O agrupamento em plantas de tomate pela distância euclidiana mostrou três classes distintas de virulência onde, 61,4% dos isolados foram “altamente virulentos”, 24,3% foram “mediamente virulentos” e 14,3% foram “fracamente virulentos”. O agrupamento de virulência em pimentão mostrou 17 % de isolados “altamente virulentos”, 11% de isolados “medianamente virulentos” e 72% de isolados “fracamente virulentos”. A diferenciação de grupos comprova a diferença de suscetibilidade de tomate e pimentão em relação às biovares I e III. Quando inoculados em chicória da Amazônia, somente os isolados de chicória provocaram murcha nesta hospedeira, indicando uma especificidade pouco comum para este patógeno. Com o objetivo de caracterizar a diversidade genética de Ralstonia solanacearum na Região Amazônica, 46 isolados de tomate e 18 de outras 10 espécies hospedeiras, coletados nos ecossistemas de terrafirme (52 isolados) e de várzea (12 isolados) e em diferentes localidades dos Estados do Amazonas, l Pará e Acre, durante o período de dezembro de 1997 a dezembro de 2000, foram comparados através de BOX-PCR. A amplificação com o primer BOXA1R gerou 28 amplicons, variando entre 360 a 2.072 pb. A análise visual dos perfis eletroforéticos revelou alto grau de polimorfismo entre os isolados, observado principalmente entre a região de 600 a 1.500 pb. Os relacionamentos genéticos entre os isolados foram determinados pelo coeficiente de similaridade de Jaccard e análise de agrupamento (UPGMA). Ao nível de 23% de similaridade, cinco grupos foram identificados, sem correlação aparente com hospedeira de origem, biovar, ecossistema ou local de coleta. No entanto, o isolado de chicória da Amazônia (Eryngium foetidum) foi o mais divergente, com apenas 4% de similaridade em relação aos demais. Os isolados de tomate foram separados em três grupos. Uma maior diversidade de perfis genômicos foi identificada entre os isolados da biovar I, que foram distribuídos em quatro grupos, enquanto que todos os quatro isolados de tomate da biovar N2 formaram um único agrupamento, separado dos isolados das demais biovares presentes na Região Amazônica (I e III). A análise de seqüências do gene rRNA de 16S tem fornecido informações importantes em relação a filogenia e processos evolucionários de Ralstonia solanacearum bem como de diversos microorganismos. No entanto, nenhum estudo extensivo de caracterização foi conduzido utilizando esta ferramenta molecular com isolados brasileiros de R. solanacearum, incluindo aqueles endêmicos da Região Amazônica. Neste trabalho uma seqüência parcial do gene rRNA de 16S foi utilizada para a caracterização de 23 isolados obtidos de diferentes hospedeiras na Região Amazônica. A amplificação via PCR usando “primers” universais para o gene rRNA de 16S gerou um único amplicon (260 pb) em todos os isolados. Uma alíquota deste produto de PCR foi diretamente sequenciada e o resultado da análise comparativa entre as seqüências obtidas para estes isolados e as disponíveis no GenBank permitiu distinguir as diferentes espécies dentro do gênero Ralstonia. Todos isolados da Região Amazônica apresentam apresentaram identidade de seqüência bastante estreitas entre si (98,0 - 100,0%), formando um agrupamento relacionado com a espécie R. solanacearum. Consistentes diferenças foram observadas nos isolados estudados na posição correspondente ao nucleotídeo 51 do consenso (onde um C foi preferencialmente substituído por 2 um T), sendo o mesmo padrão observado em alguns isolados de R. pickettii e Burkholderia spp. O isolado R. solanacearum ‘CNPH 189’ (biovar I) obtido de chicória (Eryngium foetidum / família Apiaceae), apresentou a mais acentuada divergência entre os isolados da Amazônia. Estes resultados associados com estudos prévios de diversidade genética usando o sistema de marcadores BOX-PCR bem como estudos de especificidade hospedeira, onde ‘CNPH 189’ foi único isolado capaz de induzir sintomas de murcha em plantas de chicória, sugerem que este isolado possa representar um novo taxum dentro do complexo R. solanacearum. A identificação de um isolado potencialmente pertencente a um possível novo grupamento taxonômico na amostra de isolados estudada indica que uma investigação mais extensiva da variabilidade genética deveria ser conduzida visando caracterizar os agentes causais de murcha bacteriana em diferentes hospedeiras na Amazônia bem como em outras regiões brasileiras. O trabalho reportado aqui representa o primeiro esforço conduzido no Brasil para caracterizar a diversidade genética de isolados de R. solanacearum via análise comparativa da seqüência de segmentos do genoma deste fitopatógeno.Instituto de Ciências Biológicas (IB)Departamento de Fitopatologia (IB FIT)Programa de Pós-Graduação em FitopatologiaporDiversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônicainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisDiversidade genéticaTomateAmazôniainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UnBinstname:Universidade de Brasília (UnB)instacron:UNBLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain671http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/45615/2/license.txtbacfee268cc5d4f6aaa2e6e0066d38f5MD52open accessORIGINAL2004_SamaraBelémCosta.pdf2004_SamaraBelémCosta.pdfapplication/pdf2072295http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/45615/1/2004_SamaraBel%c3%a9mCosta.pdfad744ce5568adc1e5819494fe961a3aeMD51metadata only access10482/456152025-03-19 13:33:47.066metadata only accessoai:repositorio.unb.br:10482/45615QSBjb25jZXNzw6NvIGRhIGxpY2Vuw6dhIGRlc3RlIGl0ZW0gcmVmZXJlLXNlIGFvIHRlcm1vIGRlIGF1dG9yaXphw6fDo28gaW1wcmVzc28gYXNzaW5hZG8gDQpwZWxvIGF1dG9yIGNvbSBhcyBzZWd1aW50ZXMgY29uZGnDp8O1ZXM6DQoNCk5hIHF1YWxpZGFkZSBkZSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIGRlIEJyYXPDrWxpYQ0KIGUgbyBJQklDVCBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIHBvciBtZWlvIGRvcyBzaXRlcyB3d3cuYmNlLnVuYi5iciwgd3d3LmliaWN0LmJyLA0KIGh0dHA6Ly9oZXJjdWxlcy52dGxzLmNvbS9jZ2ktYmluL25kbHRkL2NoYW1lbGVvbj9sbmc9cHQmc2tpbj1uZGx0ZCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgDQpkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgZGUgYWNvcmRvIGNvbSBhIExlaSBuwrogOTYxMC85OCwgbyB0ZXh0byBpbnRlZ3JhbCBkYSBvYnJhIGRpc3BvbmliaWxpemFkYSwNCiBjb25mb3JtZSBwZXJtaXNzw7VlcyBhc3NpbmFsYWRhcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCwgYSB0w610dWxvIGRlIA0KZGl2dWxnYcOnw6NvIGRhIHByb2R1w6fDo28gY2llbnTDrWZpY2EgYnJhc2lsZWlyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGVzdGEgZGF0YS4=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.unb.br/oai/requestrepositorio@unb.bropendoar:2025-03-19T16:33:47Repositório Institucional da UnB - Universidade de Brasília (UnB)
spellingShingle Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica
Costa, Samara Belém
Diversidade genética
Tomate
Amazônia
status_str publishedVersion
title Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica
title_full Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica
title_fullStr Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica
title_full_unstemmed Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica
title_short Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica
title_sort Diversidade patogênica e molecular de ralstonia solanacearum da região Amazônica
topic Diversidade genética
Tomate
Amazônia
url https://repositorio.unb.br/handle/10482/45615