Construção e evidência de validade do Teste de Reação à Frustração Objetivo

Saved in:
Bibliographic Details
Main Author: Moura, Cristiane Faiad de
Publication Date: 2016
Other Authors: Pasquali, Luiz, Primi, Ricardo
Format: Article
Language: por
eng
Source: Repositório Institucional da UnB
Download full: http://repositorio.unb.br/handle/10482/30147
http://dx.doi.org/10.1590/0102-3772e32ne224
Summary: O objetivo deste artigo é apresentar o processo de construção e evidências iniciais de validade do Teste de Reação à Frustração Objetivo (TRFO). Construído a partir de uma versão projetiva da mesma medida, o instrumento consta de 31 situações pictóricas, consideradas frustrantes. Cada situação possui 11 possíveis respostas, que representam diferentes possibilidades de reação à frustração. Os itens foram construídos a partir da análise de respostas livres de 112 participantes. Essas respostas foram transformadas em frases que representam cada uma das 11 possíveis reações à frustração. Para análise de evidência de validade, baseado na estrutura interna, o TRFO foi aplicado em 1.766 participantes, de diferentes estados brasileiros. Todas as reações foram correlacionadas entre si, com variações de baixas a moderadas, corroborando os achados na literatura. Os dados sugerem que o TRFO é um instrumento promissor na avaliação de reações a frustração.
Description
Summary:O objetivo deste artigo é apresentar o processo de construção e evidências iniciais de validade do Teste de Reação à Frustração Objetivo (TRFO). Construído a partir de uma versão projetiva da mesma medida, o instrumento consta de 31 situações pictóricas, consideradas frustrantes. Cada situação possui 11 possíveis respostas, que representam diferentes possibilidades de reação à frustração. Os itens foram construídos a partir da análise de respostas livres de 112 participantes. Essas respostas foram transformadas em frases que representam cada uma das 11 possíveis reações à frustração. Para análise de evidência de validade, baseado na estrutura interna, o TRFO foi aplicado em 1.766 participantes, de diferentes estados brasileiros. Todas as reações foram correlacionadas entre si, com variações de baixas a moderadas, corroborando os achados na literatura. Os dados sugerem que o TRFO é um instrumento promissor na avaliação de reações a frustração.