Sobre a justificativa em separar a crueldade da dimensão epistemofílica da pulsão de apoderamento
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|---|---|
| Publication Date: | 2022 |
| Other Authors: | , |
| Format: | Article |
| Language: | por |
| Source: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/52479 https://doi.org/10.59539/2175-2834-v24n1-533 https://orcid.org/0000-0001-8251-0183 https://orcid.org/0000-0002-9493-9945 https://orcid.org/0000-0003-1413-2998 |
Summary: | O artigo apresenta a dimensão epistemofílica da pulsão de apoderamento e os aspectos da crueldade, examinando sua relação e diferenciações. Para sustentar a posição, apoiamo-nos na obra de Sigmund Freud sob o ponto conectivo entre a crueldade e o trabalho pulsional, ilustrando-os ambos no jogo Fort-da. Partimos do termo em alemão, Bemächtigungstrieb, traduzido como pulsão de apoderamento, acentuando sua ação nas origens da atividade psíquica. Retomamos a articulação de tal pulsão descrevendo seu aparelho, que é o muscular, apresentado em dois pontos: primeiro, o da ação da crueldade inerente à pulsão; segundo, o da ação do impulso para explorar o mundo, apresentada em sua dimensão epistemofílica. Eis aí o ponto elucidativo sobre tal pulsão, não é apenas impulso à crueldade, ou unicamente indicativo da pulsão de morte. Como resultado, expomos a amplitude da condição de trabalho de ambos os conceitos, entrevendo a ação de seu traço no psiquismo. |
