Psicossomática e trauma : o sujeito frente ao irrepresentável
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| Autor principal: | |
|---|---|
| Data de Publicação: | 2021 |
| Outros Autores: | , |
| Formato: | Artigo |
| Idioma: | por |
| Fonte: | Repositório Institucional da UnB |
| Texto Completo: | https://repositorio.unb.br/handle/10482/45230 https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v26i3p584-595 https://orcid.org/0000-0001-9789-8512 https://orcid.org/0000-0002-7925-573X https://orcid.org/0000-0002-3988-0784 |
Resumo: | O presente estudo busca articular os conceitos de trauma e psicossomática a partir da diferenciação da formação do sintoma histérico e do que comparece predominantemente na clínica contemporânea como fenômeno psicossomático. Ao analisar os desencadeantes de adoecimentos psicossomáticos a partir da psicanálise, o trauma se apresenta como importante elemento na formação dos sintomas, uma vez que provoca o esmagamento do psiquismo nascente da criança e o consequente comprometimento à sua constituição psíquica. A fragilidade simbólica instaurada pelo traumático impossibilitaria a metabolização ou representação das vivências, operando formações sintomáticas marcadas pelo aprisionamento dessas experiências no próprio corpo do sujeito. Nesse sentido, a noção do irrepresentável, surge como elemento teórico-clínico fundamental para pensar os fenômenos psicossomáticos na atualidade. |
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