Psicossomática e trauma : o sujeito frente ao irrepresentável

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Bibliografische gegevens
Hoofdauteur: Lemos, Suziani de Cássia Almeida
Publicatiedatum: 2021
Andere auteurs: Chatelard, Daniela Scheinkman, Tarouquella, Katia Cristina
Formaat: Article
Taal: por
Bron: Repositório Institucional da UnB
Download full: https://repositorio.unb.br/handle/10482/45230
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v26i3p584-595
https://orcid.org/0000-0001-9789-8512
https://orcid.org/0000-0002-7925-573X
https://orcid.org/0000-0002-3988-0784
Samenvatting: O presente estudo busca articular os conceitos de trauma e psicossomática a partir da diferenciação da formação do sintoma histérico e do que comparece predominantemente na clínica contemporânea como fenômeno psicossomático. Ao analisar os desencadeantes de adoecimentos psicossomáticos a partir da psicanálise, o trauma se apresenta como importante elemento na formação dos sintomas, uma vez que provoca o esmagamento do psiquismo nascente da criança e o consequente comprometimento à sua constituição psíquica. A fragilidade simbólica instaurada pelo traumático impossibilitaria a metabolização ou representação das vivências, operando formações sintomáticas marcadas pelo aprisionamento dessas experiências no próprio corpo do sujeito. Nesse sentido, a noção do irrepresentável, surge como elemento teórico-clínico fundamental para pensar os fenômenos psicossomáticos na atualidade.
Omschrijving
Samenvatting:O presente estudo busca articular os conceitos de trauma e psicossomática a partir da diferenciação da formação do sintoma histérico e do que comparece predominantemente na clínica contemporânea como fenômeno psicossomático. Ao analisar os desencadeantes de adoecimentos psicossomáticos a partir da psicanálise, o trauma se apresenta como importante elemento na formação dos sintomas, uma vez que provoca o esmagamento do psiquismo nascente da criança e o consequente comprometimento à sua constituição psíquica. A fragilidade simbólica instaurada pelo traumático impossibilitaria a metabolização ou representação das vivências, operando formações sintomáticas marcadas pelo aprisionamento dessas experiências no próprio corpo do sujeito. Nesse sentido, a noção do irrepresentável, surge como elemento teórico-clínico fundamental para pensar os fenômenos psicossomáticos na atualidade.