Provas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiro

Bibliographic Details
Main Author: Vitiello, Gabriela Pachá
Publication Date: 2020
Format: Bachelor thesis
Language: por
Source: Repositório Digital do Mackenzie
Download full: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/31381
Summary: O presente trabalho de conclusão de curso tem como objetivo o estudo das provas ilícitas e a possibilidade de admiti-las no processo penal brasileiro. Primordialmente, para melhor compreensão do tema, aborda-se o instituto das provas. Após, busca-se analisar as provas ilícitas à luz do princípio da proporcionalidade, como exceção ao princípio constitucional que veda o uso de provas ilícitas. Em seguida, se utilizando da legislação brasileira, da doutrina e da jurisprudência específicas sobre o tema, pretende-se analisar as variadas posições defendidas entre aqueles que sustentam o uso de provas ilícitas pro reo e pro societate. A pesquisa objetiva demonstrar que o princípio constitucional que inadmite o uso de provas obtidas ilicitamente não deve ser considerado absoluto, assim como nenhuma outra norma do ordenamento jurídico.
id UPM_c9152a5dfdffa3e2d8eba1d56072e0f3
oai_identifier_str oai:dspace.mackenzie.br:10899/31381
network_acronym_str UPM
network_name_str Repositório Digital do Mackenzie
repository_id_str 10277
spelling Vitiello, Gabriela PacháZanella, Everton LuizAzevedo, André Boiani eBarone, Marcelo Luiz2023-02-10T23:29:32Z2023-02-10T23:29:32Z2020-06O presente trabalho de conclusão de curso tem como objetivo o estudo das provas ilícitas e a possibilidade de admiti-las no processo penal brasileiro. Primordialmente, para melhor compreensão do tema, aborda-se o instituto das provas. Após, busca-se analisar as provas ilícitas à luz do princípio da proporcionalidade, como exceção ao princípio constitucional que veda o uso de provas ilícitas. Em seguida, se utilizando da legislação brasileira, da doutrina e da jurisprudência específicas sobre o tema, pretende-se analisar as variadas posições defendidas entre aqueles que sustentam o uso de provas ilícitas pro reo e pro societate. A pesquisa objetiva demonstrar que o princípio constitucional que inadmite o uso de provas obtidas ilicitamente não deve ser considerado absoluto, assim como nenhuma outra norma do ordenamento jurídico.This undergraduate thesis aims to study the illicit evidence and the possibility of admitting it in the Brazilian criminal process. Primarily, for a better understanding of the theme, the rules of evidence are addressed. In sequence, it seeks to analyze illicit evidence in the light of the principle of proportionality, as an exception to the constitutional principle that prohibits the use of illicit evidence. Then, using Brazilian legislation, specific doctrine and jurisprudence on the topic, this research intends to analyze the various positions defended among those who support the use of illicit evidence pro defendant and pro society. The study aims to demonstrate that the constitutional principle that prevents the use of illegally obtained evidence should not be considered absolute, as well as any other rule of the legal system.Textohttps://dspace.mackenzie.br/handle/10899/31381Universidade Presbiteriana MackenzieUPMBrasilFaculdade de Direito (FD)Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessinadmissibilidadeadmissibilidadeprovas ilícitasinadmissibilityadmissibilityillegal evidenceProvas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiroinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/bachelorThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEORIGINALGABRIELA PACHÁ VITIELLO.pdfGABRIELA PACHÁ VITIELLO.pdfGabriela Pachá Vitielloapplication/pdf918202https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/834584f7-2271-4305-bf95-942c28fef0b2/download3d6371f028764faa902a6a6ab65e1064MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/789fe40c-2c6a-4490-b939-470283ef3e5e/downloade39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81997https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/f3f239a0-eff6-417d-ab84-84f77ae018e4/downloadfb735e1a8fa1feda568f1b61905f8d57MD53TEXTGABRIELA PACHÁ VITIELLO.pdf.txtGABRIELA PACHÁ VITIELLO.pdf.txtExtracted texttext/plain129108https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/ce949a59-a1fd-43ac-b530-f25b70f6d093/downloadfe0ff369406673ed2df0e20bb7cb71c7MD54THUMBNAILGABRIELA PACHÁ VITIELLO.pdf.jpgGABRIELA PACHÁ VITIELLO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1121https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/1a993a69-50bf-4e5f-947c-b87e08f78241/download37507d9ce72f08f96b384430ce19f053MD5510899/313812023-02-11 01:03:43.34http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Braziloai:dspace.mackenzie.br:10899/31381https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772023-02-11T01:03:43Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KClZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlLCBzZW0gYWx0ZXJhciBvIGNvbnRlw7pkbywgdHJhbnNwb3IgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmFyIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRvLgoKQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo=
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Provas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiro
title Provas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiro
spellingShingle Provas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiro
Vitiello, Gabriela Pachá
inadmissibilidade
admissibilidade
provas ilícitas
inadmissibility
admissibility
illegal evidence
title_short Provas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiro
title_full Provas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiro
title_fullStr Provas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiro
title_full_unstemmed Provas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiro
title_sort Provas ilícitas: a possibilidade de admissão no processo penal brasileiro
author Vitiello, Gabriela Pachá
author_facet Vitiello, Gabriela Pachá
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Vitiello, Gabriela Pachá
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Zanella, Everton Luiz
dc.contributor.referee1.fl_str_mv Azevedo, André Boiani e
Barone, Marcelo Luiz
contributor_str_mv Zanella, Everton Luiz
Azevedo, André Boiani e
Barone, Marcelo Luiz
dc.subject.por.fl_str_mv inadmissibilidade
admissibilidade
provas ilícitas
inadmissibility
admissibility
illegal evidence
topic inadmissibilidade
admissibilidade
provas ilícitas
inadmissibility
admissibility
illegal evidence
description O presente trabalho de conclusão de curso tem como objetivo o estudo das provas ilícitas e a possibilidade de admiti-las no processo penal brasileiro. Primordialmente, para melhor compreensão do tema, aborda-se o instituto das provas. Após, busca-se analisar as provas ilícitas à luz do princípio da proporcionalidade, como exceção ao princípio constitucional que veda o uso de provas ilícitas. Em seguida, se utilizando da legislação brasileira, da doutrina e da jurisprudência específicas sobre o tema, pretende-se analisar as variadas posições defendidas entre aqueles que sustentam o uso de provas ilícitas pro reo e pro societate. A pesquisa objetiva demonstrar que o princípio constitucional que inadmite o uso de provas obtidas ilicitamente não deve ser considerado absoluto, assim como nenhuma outra norma do ordenamento jurídico.
publishDate 2020
dc.date.issued.fl_str_mv 2020-06
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2023-02-10T23:29:32Z
dc.date.available.fl_str_mv 2023-02-10T23:29:32Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/bachelorThesis
format bachelorThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/31381
url https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/31381
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv Texto
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Presbiteriana Mackenzie
dc.publisher.initials.fl_str_mv UPM
dc.publisher.country.fl_str_mv Brasil
dc.publisher.department.fl_str_mv Faculdade de Direito (FD)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Presbiteriana Mackenzie
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Digital do Mackenzie
instname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
instacron:MACKENZIE
instname_str Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
instacron_str MACKENZIE
institution MACKENZIE
reponame_str Repositório Digital do Mackenzie
collection Repositório Digital do Mackenzie
bitstream.url.fl_str_mv https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/834584f7-2271-4305-bf95-942c28fef0b2/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/789fe40c-2c6a-4490-b939-470283ef3e5e/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/f3f239a0-eff6-417d-ab84-84f77ae018e4/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/ce949a59-a1fd-43ac-b530-f25b70f6d093/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/1a993a69-50bf-4e5f-947c-b87e08f78241/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 3d6371f028764faa902a6a6ab65e1064
e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34
fb735e1a8fa1feda568f1b61905f8d57
fe0ff369406673ed2df0e20bb7cb71c7
37507d9ce72f08f96b384430ce19f053
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
repository.mail.fl_str_mv repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.br
_version_ 1851943847004733440