Tratamento de odores de sistema de esgotamento sanitário através de biofiltração
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| Data de Publicação: | 2016 |
| Tipo de documento: | Trabalho de conclusão de curso |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositório Institucional da UFSC |
| Texto Completo: | https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/160176 |
Resumo: | TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Tecnológico. Engenharia Sanitária e Ambiental. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaAllievi, Maria JoanaBelli Filho, Paulo2016-03-30T19:44:23Z2016-03-30T19:44:23Z2016-03-30https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/160176TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Tecnológico. Engenharia Sanitária e Ambiental.A aproximação das comunidades às estações de tratamento de esgoto e às estações elevatórias iniciou um problema de saúde pública: a convivência diária com maus odores gerados nestes ambientes. Assim, a qualidade de vida da população diminuiu e os problemas de saúde como náuseas, dores de cabeça e vômitos se tornaram frequentes entre a popu-lação adjacente as estações de esgotamento sanitário. Os maus odores são gerados pela degradação da matéria orgânica presente no esgoto. Este processo ocorre nas tubulações, nas estações elevatórias e na etapa de tratamento. Os compostos responsáveis pelo mau odor são as aminas, os fenóis, os aldeídos, e o principal é o sulfeto de hidrogênio. Para re-solver este problema, ou minimizá-lo, faz-se o uso de técnicas de trata-mento de gases odorantes, dentre estas pode-se destacar a biofiltração. Esta é difundida mundialmente e tem vasta aplicação, visto que tem baixo custo de implantação e operação, facilidade operacional, alta efi-ciência no tratamento do H2S (gás predominante em sistemas de esgo-tamento sanitário), tanto para grandes vazões como pequenas. O presen-te trabalho teve como objetivo operar e avaliar um biofiltro automatiza-do com leito de turfa para tratamento de odores de estação elevatória, esta localizada na Ponta do Leal - Florianópolis.O biofiltro automatiza do reduziu a necessidade de um operador e quando foi necessário, as manobras operacionais foram simples, como ajustar a umidade no con-trolador de irrigação e recolher o efluente percolado. Para que o biofitro obtivesse uma eficiência próxima dos 100% no que tange a remoção de H2S (gás predominante em sistemas de esgotamento sanitário) teve-se que controlar alguns parâmetros como temperatura, pH da turfa e umi-dade. O biofiltro é feito em material de polipropileno (paredes e teto) e sua estrutura é feita em aço galvanizado a fogo.Com este trabalho, ava-liou-se a eficiência na redução de odor e do gás sulfídrico. O resultado mostrou reduções de odor a níveis de concentração de H2S imperceptí-vel ao olfato humano, ou seja, inferior a 0,003ppm mensurada através de um aparelho específico, além de resultados sentidos pela comunidade local de trabalhadores e moradores das adjacências da estação, como a redução drástica de odor e de problemas de saúde, dos quais pode-se citar náuseas e dores de cabeça, entre outros.80 f.porFlorianópolis, SC.OdorBiofiltraçãoSulfeto de hidrogênioTratamento de odores de sistema de esgotamento sanitário através de biofiltraçãoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/bachelorThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALTCC 2015-1 Maria Joana Allievi.pdfTCC 2015-1 Maria Joana Allievi.pdfapplication/pdf1544702https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/160176/1/TCC%202015-1%20Maria%20Joana%20Allievi.pdfcea41a6fc20b961dd15d9c7288caf78cMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81383https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/160176/2/license.txt11ee89cd31d893362820eab7c4d46734MD52123456789/1601762016-03-30 16:44:23.241oai:repositorio.ufsc.br:123456789/160176Vm9jw6ogdGVtIGEgbGliZXJkYWRlIGRlOiBDb21wYXJ0aWxoYXIg4oCUIGNvcGlhciwgZGlzdHJpYnVpciBlIHRyYW5zbWl0aXIgYSBvYnJhLiBSZW1peGFyIOKAlCBjcmlhciBvYnJhcyBkZXJpdmFkYXMuClNvYiBhcyBzZWd1aW50ZXMgY29uZGnDp8O1ZXM6IEF0cmlidWnDp8OjbyDigJQgVm9jw6ogZGV2ZSBjcmVkaXRhciBhIG9icmEgZGEgZm9ybWEgZXNwZWNpZmljYWRhIHBlbG8gYXV0b3Igb3UgbGljZW5jaWFudGUgKG1hcyBuw6NvIGRlIG1hbmVpcmEgcXVlIHN1Z2lyYSBxdWUgZXN0ZXMgY29uY2VkZW0gcXVhbHF1ZXIgYXZhbCBhIHZvY8OqIG91IGFvIHNldSB1c28gZGEgb2JyYSkuIFVzbyBuw6NvLWNvbWVyY2lhbCDigJQgVm9jw6ogbsOjbyBwb2RlIHVzYXIgZXN0YSBvYnJhIHBhcmEgZmlucyBjb21lcmNpYWlzLgpGaWNhbmRvIGNsYXJvIHF1ZTogUmVuw7puY2lhIOKAlCBRdWFscXVlciBkYXMgY29uZGnDp8O1ZXMgYWNpbWEgcG9kZSBzZXIgcmVudW5jaWFkYSBzZSB2b2PDqiBvYnRpdmVyIHBlcm1pc3PDo28gZG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMuIERvbcOtbmlvIFDDumJsaWNvIOKAlCBPbmRlIGEgb2JyYSBvdSBxdWFscXVlciBkZSBzZXVzIGVsZW1lbnRvcyBlc3RpdmVyIGVtIGRvbcOtbmlvIHDDumJsaWNvIHNvYiBvIGRpcmVpdG8gYXBsaWPDoXZlbCwgZXN0YSBjb25kacOnw6NvIG7Do28gw6ksIGRlIG1hbmVpcmEgYWxndW1hLCBhZmV0YWRhIHBlbGEgbGljZW7Dp2EuIE91dHJvcyBEaXJlaXRvcyDigJQgT3Mgc2VndWludGVzIGRpcmVpdG9zIG7Do28gc8OjbywgZGUgbWFuZWlyYSBhbGd1bWEsIGFmZXRhZG9zIHBlbGEgbGljZW7Dp2E6IExpbWl0YcOnw7VlcyBlIGV4Y2XDp8O1ZXMgYW9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIG91IHF1YWlzcXVlciB1c29zIGxpdnJlcyBhcGxpY8OhdmVpczsgT3MgZGlyZWl0b3MgbW9yYWlzIGRvIGF1dG9yOyBEaXJlaXRvcyBxdWUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgcG9kZW0gdGVyIHNvYnJlIGEgb2JyYSBvdSBzb2JyZSBhIHV0aWxpemHDp8OjbyBkYSBvYnJhLCB0YWlzIGNvbW8gZGlyZWl0b3MgZGUgaW1hZ2VtIG91IHByaXZhY2lkYWRlLiBBdmlzbyDigJQgUGFyYSBxdWFscXVlciByZXV0aWxpemHDp8OjbyBvdSBkaXN0cmlidWnDp8Ojbywgdm9jw6ogZGV2ZSBkZWl4YXIgY2xhcm8gYSB0ZXJjZWlyb3Mgb3MgdGVybW9zIGRhIGxpY2Vuw6dhIGEgcXVlIHNlIGVuY29udHJhIHN1Ym1ldGlkYSBlc3RhIG9icmEuIEEgbWVsaG9yIG1hbmVpcmEgZGUgZmF6ZXIgaXNzbyDDqSBjb20gdW0gbGluayBwYXJhIGVzdGEgcMOhZ2luYS4KTGljZW7Dp2EgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyAtIGh0dHA6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLzMuMC9ici8KRepositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732016-03-30T19:44:23Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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