Efeitos cardiovasculares e renais de proteÃnas do lÃtex de Calotropis procera

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Manuel Carlos Serra Azul Monteiro
Data de Publicação: 2015
Tipo de documento: Tese
Idioma: por
Título da fonte: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFC
Texto Completo: http://www.teses.ufc.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=15375
Resumo: IntroduÃÃo e Justificativa: Calotropis procera (CP). Planta comum em climas Ãrido e semiÃrido, apÃs dano mecÃnico produz lÃtex. CP na Ãsia tem uso popular, medicinal. A fraÃÃo borracha à muito tÃxica, sendo desprezada e uma fraÃÃo proteica do lÃtex separada e liofilizada, a (LP). Metodologia: Aprovado o protocolo experimental no comità de Ãtica para animais (CEPA/UFC n 67/2012) ratos adultos machos (n = 4 a 6 por grupo) submetidos a experimentos avaliando possÃveis efeitos fisiolÃgicos e toxicolÃgicos: cardiovasculares e renais, na presenÃa de LP, por tÃcnicas in vivo, ex vivo e in vitro: Medida da pressÃo arterial mÃdia (PAM); PerfusÃo renal em rim isolado; Histologia hematoxilina/eosina (HE); Citometria de fluxo; Teste de InibiÃÃo de crescimento celular: MTT. Resultados: LP injetada na jugular mostra hipotensÃo em ratos, em 144 Âg/ml, sendo -22% de queda da PAM, atà -29% em 444 Âg/ml, ambas as concentraÃÃes cumulativas, sem efeito na frequÃncia cardÃaca nem em vasos de resistÃncia. Na perfusÃo renal a LP em todas as concentraÃÃes e tempos reduziu o ritmo de filtraÃÃo glomerular (0,1649Â0,027* versus (vs) 0,740Â0,02), e tambÃm o percentual de transporte de eletrÃlitos %TNa+ (72,15Â4,526* vs 81,30Â0,03), %TCl- (69,31Â4,441* vs 77,10Â0,29) e %TK+ (68,51Â5,660* vs 74,78Â0,14) versus o controle, sendo concentraÃÃo e tempo dependentes. Jà em 30 Âg/ml, houve reduÃÃo do fluxo urinÃrio apenas nos tempos de 90 e 120 minutos, porÃm nessa concentraÃÃo e tempos nÃo reduziu %TK+ um fenÃmeno explicando o outro parcialmente. (HE) mostra lesÃo nos tÃbulos renais nas concentraÃÃes de 10 e 30 Âg/ml, e mais severa em 100 Âg/ml. A LP adicionada em cÃlulas tubulares renais caninas (MDCK) em cultura iniciou morte celular na concentraÃÃo de 6,25 Âg/ml atà 200 Âg/ml Na citometria de fluxo a 100 Âg/ml a maioria das cÃlulas morreu por necrose ou apoptose tardia. Os escores de lesÃes renais feitos em lÃminas histolÃgicas mostram dano renal induzido por LP em Ãreas tubulares renais. ConclusÃo: Efeitos tÃxicos no tecido renal, histologia (HE), perfusÃo renal, e MDCK podem explicar em parte alteraÃÃes na filtraÃÃo glomerular e reabsorÃÃo tubular, e indiretamente a hipotensÃo observada in vivo. Para elucidar melhor os mecanismos mais experimentos sÃo necessÃrios.
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spelling info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisEfeitos cardiovasculares e renais de proteÃnas do lÃtex de Calotropis proceraCardiovascular and renal effects from proteic fraction isolated of Calotropis procera latex2015-09-03Nylane Maria Nunes de Alencar32184573353http://lattes.cnpq.br/9219662256316695Alice Maria Costa Martins43431690300http://lattes.cnpq.br/7532334620264577MÃrcio Viana Ramos30184134315http://lattes.cnpq.br/9380112449444041Ana Maria Sampaio Assereuy03978990253http://lattes.cnpq.br/6315343480676626 Dalgimar Beserra de Menezes0010341137246424636315http://lattes.cnpq.br/5730915065115370Manuel Carlos Serra Azul MonteiroUniversidade Federal do CearÃPrograma de PÃs-GraduaÃÃo em FarmacologiaUFCBRFARMACOLOGIAIntroduÃÃo e Justificativa: Calotropis procera (CP). Planta comum em climas Ãrido e semiÃrido, apÃs dano mecÃnico produz lÃtex. CP na Ãsia tem uso popular, medicinal. A fraÃÃo borracha à muito tÃxica, sendo desprezada e uma fraÃÃo proteica do lÃtex separada e liofilizada, a (LP). Metodologia: Aprovado o protocolo experimental no comità de Ãtica para animais (CEPA/UFC n 67/2012) ratos adultos machos (n = 4 a 6 por grupo) submetidos a experimentos avaliando possÃveis efeitos fisiolÃgicos e toxicolÃgicos: cardiovasculares e renais, na presenÃa de LP, por tÃcnicas in vivo, ex vivo e in vitro: Medida da pressÃo arterial mÃdia (PAM); PerfusÃo renal em rim isolado; Histologia hematoxilina/eosina (HE); Citometria de fluxo; Teste de InibiÃÃo de crescimento celular: MTT. Resultados: LP injetada na jugular mostra hipotensÃo em ratos, em 144 Âg/ml, sendo -22% de queda da PAM, atà -29% em 444 Âg/ml, ambas as concentraÃÃes cumulativas, sem efeito na frequÃncia cardÃaca nem em vasos de resistÃncia. Na perfusÃo renal a LP em todas as concentraÃÃes e tempos reduziu o ritmo de filtraÃÃo glomerular (0,1649Â0,027* versus (vs) 0,740Â0,02), e tambÃm o percentual de transporte de eletrÃlitos %TNa+ (72,15Â4,526* vs 81,30Â0,03), %TCl- (69,31Â4,441* vs 77,10Â0,29) e %TK+ (68,51Â5,660* vs 74,78Â0,14) versus o controle, sendo concentraÃÃo e tempo dependentes. Jà em 30 Âg/ml, houve reduÃÃo do fluxo urinÃrio apenas nos tempos de 90 e 120 minutos, porÃm nessa concentraÃÃo e tempos nÃo reduziu %TK+ um fenÃmeno explicando o outro parcialmente. (HE) mostra lesÃo nos tÃbulos renais nas concentraÃÃes de 10 e 30 Âg/ml, e mais severa em 100 Âg/ml. A LP adicionada em cÃlulas tubulares renais caninas (MDCK) em cultura iniciou morte celular na concentraÃÃo de 6,25 Âg/ml atà 200 Âg/ml Na citometria de fluxo a 100 Âg/ml a maioria das cÃlulas morreu por necrose ou apoptose tardia. Os escores de lesÃes renais feitos em lÃminas histolÃgicas mostram dano renal induzido por LP em Ãreas tubulares renais. ConclusÃo: Efeitos tÃxicos no tecido renal, histologia (HE), perfusÃo renal, e MDCK podem explicar em parte alteraÃÃes na filtraÃÃo glomerular e reabsorÃÃo tubular, e indiretamente a hipotensÃo observada in vivo. Para elucidar melhor os mecanismos mais experimentos sÃo necessÃrios.Introduction and aim: Calotropis procera (CP) is a laticifer plant adapted in arid and semiarid climates, when mechanically damaged it produces latex. CP in Asia is used in popular medicine. Its rubber fraction is removed cause is high toxic. A protein fraction is separated from the latex of CP, it is (LP). Methodology: After experimental protocol approved to ethic committee in animals (CEPA/UFC nÂ67/2012), male adults rats (n = 4 till 6 per group) submitted to cardiovascular and renal approaches, using in vivo, ex vivo and in vitro, in order to investigate toxicological and physiological properties of LP. Mean arterial pressure measured (PAM); Renal perfusion from isolated kidney; Histology hematoxylin/eosin (HE); Flow cytometry; Test for inhibition cell growing: MTT. Results: LP showed a hypotensive effect initiated when LP 144 Âg/ml injected in jugular of rat, leading a PAM decrease -22% , and falling -29%, 444 Âg/ml, both cumulative concentrations with no cardiac frequency or small vascular resistance effects. In Renal perfusion had diminishing of glomerular filtration rate (RFG) (0,1649Â0,02734* versus (vs) 0,740Â0,02) and electrolytes reabsorption at Na+ (%TNa+) (72,15Â4,526* vs 81,30Â0,03), and Cl- (%TCl-) (69,31Â4,441* vs 77,10Â0,29), and K+ (%TK+) (68,51Â5,660* vs 74,78Â0,14),. versus control and it depended on concentration and time. Already at 30 mg/ml decreased urinary flow only in times of 90 and 120 minutes, however in the same concentration and times had no reduction in% TK +, a phenomena which explained the other one. (HE) showed renal tubules damage at 10 and 30 Âg/mL, more severe at 100 Âg/ml concentration LP had toxicity added at canine tubular renal cells in culture, Madin Darbin Canine Kidney (MDCK), since 6,25 g/mL, increasing until 200 g/ml concentration. At flow cytometry to 100 Âg/ml the most of the cells died by necrosis or late apoptosis. The renal lesions scores measured in histologic laminas proved renal damage induced from LP mainly in tubular renal areas. Conclusion: The toxic effect at kidney perfused tissue, histology (HE), renal perfusion, and MDCK cells could partially explain changes on glomerular filtration and tubular reabsorption, and contributes indirectly hypotension in vivo. More experiments are need for ameliorate the elucidation these mechanisms.FundaÃÃo de Amparo à Pesquisa do Estado do CearÃhttp://www.teses.ufc.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=15375application/pdfinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCinstname:Universidade Federal do Cearáinstacron:UFC2019-01-21T11:28:34Zmail@mail.com -
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