Detecção e caracterização molecular de gene mcr e suas variantes em enterobactérias isoladas de seres humanos,animais, águas e alimentos em Sobral, CE: uma abordagem de saúde única
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| Data de Publicação: | 2021 |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Texto Completo: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/64170 |
Resumo: | A resistência antimicrobiana é reconhecida como um dos problemas globais mais importantes de saúde humana no século XXI. O equilíbrio entre a necessidade clínica e a prevenção de resistência é ainda mais comprometido pelo uso agrícola de antibióticos, uma vez que alguns países têm usado ativamente a colistina na produção animal. Microrganismos resistentes a antimicrobianos são encontrados em humanos, alimentos, animais, plantas e meio ambiente (água, solo e ar) podendo se disseminar entre ecossistemas. Foi relatada a presença de microrganismos isolados de amostras biológicas que expressam resistência plasmidial à colistina mediada pelo gene mcr-1 ou suas variantes. O objetivo deste estudo foi detectar e caracterizar a presença do gene mcr responsável pela resistência à colistina em enterobactérias isoladas de seres humanos, animais, ambiente e alimentos. A identificação molecular dos genes mcr-1 e mcr-2 foi realizada pela Reação em cadeia da Polimerase (PCR), seguida pela corrida eletroforética em gel de agarose para análise do produto de amplificação. Nos isolados em que os genes mcr foram detectados foi realizada a avaliação do perfil de sensibilidade para sulfato de colistina pelo método de microdiluição em caldo (BMD). No total foram analisados 50 espécimes de Escherichia coli oriundas de seres humanos (n=14), aves (n=19), queijo (n=12) e água para consumo humano (n=5); além de 16 espécimes de Klebsiella pneumoniae isolados de seres humanos. Os resultados demostraram a presença do gene mcr-1 em uma cepa de E. coli isolada de queijo, em outra isolada de ave de granja e em três cepas de K. pneumoniae isoladas de amostras clinicas de seres humanos. Em nenhum isolado foi detectado o gene mcr-2. As cepas de E. coli positivas para o gene mcr-1 apresentaram perfil de resistência para o sulfato de colistina com CIM de 4 µg/mL e as cepas de K. pneumoniae apresentaram perfil intermediário para colistina (CIM< 0,25 µg/mL). Portanto, esses dados revelam que enterobactérias de diferentes origens podem albergar o gene mcr responsável pela resistência à colistina, antibiótico amplamente utilizado na prática médica, contribuindo com informações de caráter molecular e epidemiológico em uma abordagem de Saúde Única, tema extremadamente atual e relevante segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE). |
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O equilíbrio entre a necessidade clínica e a prevenção de resistência é ainda mais comprometido pelo uso agrícola de antibióticos, uma vez que alguns países têm usado ativamente a colistina na produção animal. Microrganismos resistentes a antimicrobianos são encontrados em humanos, alimentos, animais, plantas e meio ambiente (água, solo e ar) podendo se disseminar entre ecossistemas. Foi relatada a presença de microrganismos isolados de amostras biológicas que expressam resistência plasmidial à colistina mediada pelo gene mcr-1 ou suas variantes. O objetivo deste estudo foi detectar e caracterizar a presença do gene mcr responsável pela resistência à colistina em enterobactérias isoladas de seres humanos, animais, ambiente e alimentos. A identificação molecular dos genes mcr-1 e mcr-2 foi realizada pela Reação em cadeia da Polimerase (PCR), seguida pela corrida eletroforética em gel de agarose para análise do produto de amplificação. Nos isolados em que os genes mcr foram detectados foi realizada a avaliação do perfil de sensibilidade para sulfato de colistina pelo método de microdiluição em caldo (BMD). No total foram analisados 50 espécimes de Escherichia coli oriundas de seres humanos (n=14), aves (n=19), queijo (n=12) e água para consumo humano (n=5); além de 16 espécimes de Klebsiella pneumoniae isolados de seres humanos. Os resultados demostraram a presença do gene mcr-1 em uma cepa de E. coli isolada de queijo, em outra isolada de ave de granja e em três cepas de K. pneumoniae isoladas de amostras clinicas de seres humanos. Em nenhum isolado foi detectado o gene mcr-2. As cepas de E. coli positivas para o gene mcr-1 apresentaram perfil de resistência para o sulfato de colistina com CIM de 4 µg/mL e as cepas de K. pneumoniae apresentaram perfil intermediário para colistina (CIM< 0,25 µg/mL). 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