Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado

Bibliographic Details
Main Author: Teixeira, Filipi Flor
Publication Date: 2016
Format: Bachelor thesis
Language: por
Source: Repositório Institucional da Udesc
Download full: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/19860
Summary: O emprego de tratamentos termoquímicos, dentre eles o de boretação, contribui para o aprimoramento das propriedades superficiais dos materiais. Sendo assim, buscou-se nesse trabalho avaliar a resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado. O tratamento de boretação foi realizado por via sólida com uso de agente boretante comercial EkaborR 1-V2. As amostras permaneceram no forno 1000 °C, durante 4 horas e, posteriormente, foram resfriadas ao ar. A caracterização das amostras foi executada por meio de microscopia confocal, difração de raios-X, microscopia óptica e microdureza Vickers. Ensaios de desgaste microabrasivo foram realizados em um equipamento de microabrasão por esfera rotativa fixa para a avaliação do comportamento tribológico. A carga e concentração da lama abrasiva utilizadas foram 0,49-0,98 N e 0,5-1,0 g/cm3, respectivamente. O coeficiente de desgaste e o coeficiente de atrito foram comparados com os dos corpos de prova sem tratamento. O valor da rugosidade média (Sa) foi de 0,26 um para as amostras sem tratamento e de 1,91 um para as boretadas. Ainda sobre estas, as difrações de raios-X mostraram apenas a presença da fase Fe2B. A camada de boretos de ferro atingiu espessura média de 115,55 um e dureza de aproximadamente 1847,20 HV0,1. O raio da cratera de desgaste reproduziu o da esfera utlizada nos ensaios, validando os cálculos efetuados. O regime permanente de desgaste não seguiu um padrão, variando para cada condição estudada. O maior coeficiente de desgaste foi observado para os corpos de prova sem tratamento e o menor para os boretados. Considerando-se os respectivos desvios padrão, os coeficientes de atrito não apresentaram valores divergentes, exceto para condição sem tratamento, concentração da lama abrasiva de 0,5g/cm3 e carga de 100g, a qual obteve valor superior
id UDESC-2_5caabd8d2d66d653f6ce8190aa383488
oai_identifier_str oai:repositorio.udesc.br:UDESC/19860
network_acronym_str UDESC-2
network_name_str Repositório Institucional da Udesc
repository_id_str 6391
spelling Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretadoEngenharia mecânicaO emprego de tratamentos termoquímicos, dentre eles o de boretação, contribui para o aprimoramento das propriedades superficiais dos materiais. Sendo assim, buscou-se nesse trabalho avaliar a resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado. O tratamento de boretação foi realizado por via sólida com uso de agente boretante comercial EkaborR 1-V2. As amostras permaneceram no forno 1000 °C, durante 4 horas e, posteriormente, foram resfriadas ao ar. A caracterização das amostras foi executada por meio de microscopia confocal, difração de raios-X, microscopia óptica e microdureza Vickers. Ensaios de desgaste microabrasivo foram realizados em um equipamento de microabrasão por esfera rotativa fixa para a avaliação do comportamento tribológico. A carga e concentração da lama abrasiva utilizadas foram 0,49-0,98 N e 0,5-1,0 g/cm3, respectivamente. O coeficiente de desgaste e o coeficiente de atrito foram comparados com os dos corpos de prova sem tratamento. O valor da rugosidade média (Sa) foi de 0,26 um para as amostras sem tratamento e de 1,91 um para as boretadas. Ainda sobre estas, as difrações de raios-X mostraram apenas a presença da fase Fe2B. A camada de boretos de ferro atingiu espessura média de 115,55 um e dureza de aproximadamente 1847,20 HV0,1. O raio da cratera de desgaste reproduziu o da esfera utlizada nos ensaios, validando os cálculos efetuados. O regime permanente de desgaste não seguiu um padrão, variando para cada condição estudada. O maior coeficiente de desgaste foi observado para os corpos de prova sem tratamento e o menor para os boretados. Considerando-se os respectivos desvios padrão, os coeficientes de atrito não apresentaram valores divergentes, exceto para condição sem tratamento, concentração da lama abrasiva de 0,5g/cm3 e carga de 100g, a qual obteve valor superior2025-01-24T19:43:29Z2016info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/bachelorThesisp.application/pdfhttps://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/19860Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessTeixeira, Filipi Florporreponame:Repositório Institucional da Udescinstname:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)instacron:UDESC2025-01-25T06:35:13Zoai:repositorio.udesc.br:UDESC/19860Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://pergamumweb.udesc.br/biblioteca/index.phpPRIhttps://repositorio-api.udesc.br/server/oai/requestri@udesc.bropendoar:63912025-01-25T06:35:13Repositório Institucional da Udesc - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)false
dc.title.none.fl_str_mv Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado
title Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado
spellingShingle Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado
Teixeira, Filipi Flor
Engenharia mecânica
title_short Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado
title_full Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado
title_fullStr Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado
title_full_unstemmed Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado
title_sort Resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado
author Teixeira, Filipi Flor
author_facet Teixeira, Filipi Flor
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Teixeira, Filipi Flor
dc.subject.por.fl_str_mv Engenharia mecânica
topic Engenharia mecânica
description O emprego de tratamentos termoquímicos, dentre eles o de boretação, contribui para o aprimoramento das propriedades superficiais dos materiais. Sendo assim, buscou-se nesse trabalho avaliar a resistência ao desgaste microabrasivo do aço AISI 1020 boretado. O tratamento de boretação foi realizado por via sólida com uso de agente boretante comercial EkaborR 1-V2. As amostras permaneceram no forno 1000 °C, durante 4 horas e, posteriormente, foram resfriadas ao ar. A caracterização das amostras foi executada por meio de microscopia confocal, difração de raios-X, microscopia óptica e microdureza Vickers. Ensaios de desgaste microabrasivo foram realizados em um equipamento de microabrasão por esfera rotativa fixa para a avaliação do comportamento tribológico. A carga e concentração da lama abrasiva utilizadas foram 0,49-0,98 N e 0,5-1,0 g/cm3, respectivamente. O coeficiente de desgaste e o coeficiente de atrito foram comparados com os dos corpos de prova sem tratamento. O valor da rugosidade média (Sa) foi de 0,26 um para as amostras sem tratamento e de 1,91 um para as boretadas. Ainda sobre estas, as difrações de raios-X mostraram apenas a presença da fase Fe2B. A camada de boretos de ferro atingiu espessura média de 115,55 um e dureza de aproximadamente 1847,20 HV0,1. O raio da cratera de desgaste reproduziu o da esfera utlizada nos ensaios, validando os cálculos efetuados. O regime permanente de desgaste não seguiu um padrão, variando para cada condição estudada. O maior coeficiente de desgaste foi observado para os corpos de prova sem tratamento e o menor para os boretados. Considerando-se os respectivos desvios padrão, os coeficientes de atrito não apresentaram valores divergentes, exceto para condição sem tratamento, concentração da lama abrasiva de 0,5g/cm3 e carga de 100g, a qual obteve valor superior
publishDate 2016
dc.date.none.fl_str_mv 2016
2025-01-24T19:43:29Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/bachelorThesis
format bachelorThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/19860
url https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/19860
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv p.
application/pdf
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da Udesc
instname:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
instacron:UDESC
instname_str Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
instacron_str UDESC
institution UDESC
reponame_str Repositório Institucional da Udesc
collection Repositório Institucional da Udesc
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da Udesc - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
repository.mail.fl_str_mv ri@udesc.br
_version_ 1854121028573200384