"Coping...e a pessoa com dor crónica"
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| Data de Publicação: | 2008 |
| Outros Autores: | |
| Tipo de documento: | Artigo |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10400.26/32843 |
Resumo: | Neste artigo procura-se abordar aspectos relacionados com o processo de coping da pessoa com dor crónica. A presença de dor tem implicações no desempenho das actividades de vida diária, tais como comer, beber, dormir ou cuidar-se. A dor pode desencadear respostas na pessoa, nomeadamente depressão, ansiedade, isolamento, medo da dor e pensamentos pessimistas. Assim, constata-se que no seu processo de adaptação à condição de dor crónica, a pessoa precisa de integrar algumas estratégias para poder gerir as actividades do seu dia-a-dia. Ao longo deste artigo procura-se sistematizar o processo através do qual os enfermeiros, tomando por referência o modelo de processamento de stresse e coping de Lazarus e Folkman (1984), podem sistematizar os cuidados a prestar. Efectivamente, os enfermeiros procuram ajudar as pessoas na identificação, tanto dos seus recursos pessoais, como dos recursos sócio-ecológicos. O sentido do processo de cuidados tem como meta a melhoria da qualidade de vida, através do controlo da dor e a adaptação da pessoa à sua condição de saúde, através do desenvolvimento dos seus conhecimentos e capacidades para usar os recursos, tanto pessoais como instrumentais ou sociais. |
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"Coping...e a pessoa com dor crónica"Dor crónicaEstratégias de copingProcesso de cuidadosNeste artigo procura-se abordar aspectos relacionados com o processo de coping da pessoa com dor crónica. A presença de dor tem implicações no desempenho das actividades de vida diária, tais como comer, beber, dormir ou cuidar-se. A dor pode desencadear respostas na pessoa, nomeadamente depressão, ansiedade, isolamento, medo da dor e pensamentos pessimistas. Assim, constata-se que no seu processo de adaptação à condição de dor crónica, a pessoa precisa de integrar algumas estratégias para poder gerir as actividades do seu dia-a-dia. Ao longo deste artigo procura-se sistematizar o processo através do qual os enfermeiros, tomando por referência o modelo de processamento de stresse e coping de Lazarus e Folkman (1984), podem sistematizar os cuidados a prestar. Efectivamente, os enfermeiros procuram ajudar as pessoas na identificação, tanto dos seus recursos pessoais, como dos recursos sócio-ecológicos. O sentido do processo de cuidados tem como meta a melhoria da qualidade de vida, através do controlo da dor e a adaptação da pessoa à sua condição de saúde, através do desenvolvimento dos seus conhecimentos e capacidades para usar os recursos, tanto pessoais como instrumentais ou sociais.Associação Católica de Enfermeiros e Profissionais de SaúdeRepositório ComumRibeiro, AnaSantos, Célia2020-07-01T12:03:15Z20082008-01-01T00:00:00Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/articleapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/10400.26/32843por08712379info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)instname:FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiainstacron:RCAAP2025-04-04T16:29:34Zoai:comum.rcaap.pt:10400.26/32843Portal AgregadorONGhttps://www.rcaap.pt/oai/openaireinfo@rcaap.ptopendoar:https://opendoar.ac.uk/repository/71602025-05-29T06:19:13.184598Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) - FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiafalse |
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Neste artigo procura-se abordar aspectos relacionados com o processo de coping da pessoa com dor crónica. A presença de dor tem implicações no desempenho das actividades de vida diária, tais como comer, beber, dormir ou cuidar-se. A dor pode desencadear respostas na pessoa, nomeadamente depressão, ansiedade, isolamento, medo da dor e pensamentos pessimistas. Assim, constata-se que no seu processo de adaptação à condição de dor crónica, a pessoa precisa de integrar algumas estratégias para poder gerir as actividades do seu dia-a-dia. Ao longo deste artigo procura-se sistematizar o processo através do qual os enfermeiros, tomando por referência o modelo de processamento de stresse e coping de Lazarus e Folkman (1984), podem sistematizar os cuidados a prestar. Efectivamente, os enfermeiros procuram ajudar as pessoas na identificação, tanto dos seus recursos pessoais, como dos recursos sócio-ecológicos. O sentido do processo de cuidados tem como meta a melhoria da qualidade de vida, através do controlo da dor e a adaptação da pessoa à sua condição de saúde, através do desenvolvimento dos seus conhecimentos e capacidades para usar os recursos, tanto pessoais como instrumentais ou sociais. |
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