Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"
| Autor(a) principal: | |
|---|---|
| Data de Publicação: | 1992 |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10174/11005 |
Resumo: | "Sem resumo feito pelo autor"; - A Etnografia que se segue corresponde a um trabalho de investigação que concebe a noção etnográfica no sentido da construção do texto antropológico, numa perspectiva actualizada pelas correntes pós-modernistas.Os Os Proprietários da Sombra. Vila Velha Revistada não deixa de ser, todavia, uma monografia an-tropológica que, sem abandonar a matriz da investigação e do conhecimento etnológico tradicionais (ou seja, clássicos e habituais), envereda por alguns caminhos inovadores que a "fermentação" antropológica em final do século XX tem vindo a produzir. O objectivo do presente estudo apresenta-se sob uma tríplice perspectiva: Elaborar o reestudo de uma comunidade; analisar a vida quotidiana de uma pequena vila rural do Alentejo; identificar e interpretar os mecanismos mais significativos da prática das relações de sociabilidade. Paralelamente, focam-se aspectos relacionados com a mudança social, a nível da família, do contacto urbano e do fenómeno turístico, em abordagens que poderão servir de referência comparativa em relação a outras comunidades semelhantes. Numa perspectiva dialógica, a monografia inicial articula-se com um diário etnográfico que constitui a segunda parte do trabalho e funciona como uma referência legitimadora da prática no terreno. O cariz descritivo do texto não rejeita a necessidade analítica de compreender os habitas geradores das condutas individuais e grupais: − Como se processa a vivência quotidiana numa comunidade que, apesar de em vias de extinção, é objecto de um fluxo turístico crescente? − Até que ponto o declínio demográfico afecta as práticas da sociabilidade? Como se processa a gestão dos sentimentos de competição e inveja, agressividade e controle social, coesão e solidariedade? − como é que as pessoas cooperam com a rotina, uma vez que o exótico é mais fácil de descobrir que o lugar comum? - Que tipos de intervenção social encarados no processo de tomada de decisões do poder político local podem obstar à morte da dinâmica social de comunidades como Vila Velha? − Como é possível traduzir e descodificar os elementos culturais de uma comunidade através da construção de um texto? Metodologicamente, foi utilizada a técnica por excelência do trabalho de campo antropológico, a observação-participante, partindo do princípio que a metodologia seguida resultou de um compromisso tácito com os habitantes: viver prolongadamente na vila é fazer parte dela. O antropólogo não se limita a fazer observação, ele também participa. A participação activa permite-lhe experienciar actividades directamente, captar a essência dos acontecimentos e registar as suas próprias percepções. Todos os seres humanos actuam como participantes vulgares em muitas situações sociais; mas o observador-participante rege-se por determinados princípios e tem em mente objectives definidos. Existe para o etnógrafo um propósito dualista na observação-participante: "envolver-se em actividades apropriadas à situação e observar as pessoas, as actividades e os aspectos físicos da situação" (Spradley 1980: 54). Por outro lado, o antropólogo deve desenvolver a sua atenção selectiva no sentido de aumentar a consciência explícita dos factos sociais que observa e em que participa, de tal modo que as próprias trivialidades possam ser captadas e seleccionadas. "Fazer trabalho de campo envolve alternadamente ou simultaneamente a situação de actor e espectador" (Spradley 1980: 57). Acrescente-se que a introspecção é uma atitude mental absolutamente necessária à observação-participante. Finalmente, o antropólogo precisa de registar as suas observações, objectivas ou subjectivas. A observação-participante, imagem de marca da Antropologia pós-malinowskiana, "significa um envolvimento nos acontecimentos que decorrem, significa que estamos por dentro deles. Bruce Nickerson (1983) estudou o trabalho fabril conseguindo um emprego numa fábrica; William Foote Whyte (1943) foi residir para a comunidade que escolheu estudar" (Jackson 1987: 63). 0 relato da investigação realizada está dividido em duas Partes. A primeira desenrola-se a partir da presente Nota Introdutória e é composta por seis capítulos. o Capítulo I - A Problemática introduz-nos as questões fundamentais do ponto de vista teórico; o Capítulo II - 0 Contexto situa e define o objecto de estudo. 0 Capítulo III descreve e analisa os tópicos mais significativos do decorrer diário da vida comunitária de Vila Velha, tendo por título A Vida Quotidiana em Vila Velha. No Capítulo IV - Mecanismos da Sociabilidade, abordam-se os instrumentos considerados mais relevantes da prática das relações sociais. 0 Capítulo seguinte - A Família - analisa alguns aspectos da vida familiar da colectividade, enquanto que o Capítulo VI foca a temática da Tradição, Mudança Social e Turismo. A Segunda Parte inicia-se com uma breve introdução de carácter teórico ao respectivo corpo principal, que é constituído pelo Diário Etnográfico, instrumento de legitimação da pesquisa antropológica. Colocado perante a alternativa de situar o Diário em anexo, entendi por bem dar-lhe o lugar que lhe compete no contexto do trabalho ora apresentado. Remeter o Diário Etnográfico para anexo era outorgar-lhe uma posição secundária e periférica que ele não possui, nem desejo que possua. 0 Diário é parte integrante e documento fundamental da investigação e do relato. 0 trabalho termina com as Considerações Finais, texto que coloca em destaque os tópicos mais relevantes do estudo realizado e se consubstancia num espaço de reflexão. |
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Remeter o Diário Etnográfico para anexo era outorgar-lhe uma posição secundária e periférica que ele não possui, nem desejo que possua. 0 Diário é parte integrante e documento fundamental da investigação e do relato. 0 trabalho termina com as Considerações Finais, texto que coloca em destaque os tópicos mais relevantes do estudo realizado e se consubstancia num espaço de reflexão.Universidade de Évora2014-06-16T10:43:24Z2014-06-161992-01-01T00:00:00Zdoctoral thesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionhttp://hdl.handle.net/10174/11005http://hdl.handle.net/10174/11005porframos@uevora.pt697Ramos, Francisco Martinsinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)instname:FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiainstacron:RCAAP2024-01-03T18:51:50Zoai:dspace.uevora.pt:10174/11005Portal AgregadorONGhttps://www.rcaap.pt/oai/openaireinfo@rcaap.ptopendoar:https://opendoar.ac.uk/repository/71602025-05-28T11:59:58.481045Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) - FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiafalse |
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Paralelamente, focam-se aspectos relacionados com a mudança social, a nível da família, do contacto urbano e do fenómeno turístico, em abordagens que poderão servir de referência comparativa em relação a outras comunidades semelhantes. Numa perspectiva dialógica, a monografia inicial articula-se com um diário etnográfico que constitui a segunda parte do trabalho e funciona como uma referência legitimadora da prática no terreno. O cariz descritivo do texto não rejeita a necessidade analítica de compreender os habitas geradores das condutas individuais e grupais: − Como se processa a vivência quotidiana numa comunidade que, apesar de em vias de extinção, é objecto de um fluxo turístico crescente? − Até que ponto o declínio demográfico afecta as práticas da sociabilidade? 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A participação activa permite-lhe experienciar actividades directamente, captar a essência dos acontecimentos e registar as suas próprias percepções. Todos os seres humanos actuam como participantes vulgares em muitas situações sociais; mas o observador-participante rege-se por determinados princípios e tem em mente objectives definidos. Existe para o etnógrafo um propósito dualista na observação-participante: "envolver-se em actividades apropriadas à situação e observar as pessoas, as actividades e os aspectos físicos da situação" (Spradley 1980: 54). Por outro lado, o antropólogo deve desenvolver a sua atenção selectiva no sentido de aumentar a consciência explícita dos factos sociais que observa e em que participa, de tal modo que as próprias trivialidades possam ser captadas e seleccionadas. "Fazer trabalho de campo envolve alternadamente ou simultaneamente a situação de actor e espectador" (Spradley 1980: 57). Acrescente-se que a introspecção é uma atitude mental absolutamente necessária à observação-participante. Finalmente, o antropólogo precisa de registar as suas observações, objectivas ou subjectivas. A observação-participante, imagem de marca da Antropologia pós-malinowskiana, "significa um envolvimento nos acontecimentos que decorrem, significa que estamos por dentro deles. Bruce Nickerson (1983) estudou o trabalho fabril conseguindo um emprego numa fábrica; William Foote Whyte (1943) foi residir para a comunidade que escolheu estudar" (Jackson 1987: 63). 0 relato da investigação realizada está dividido em duas Partes. A primeira desenrola-se a partir da presente Nota Introdutória e é composta por seis capítulos. o Capítulo I - A Problemática introduz-nos as questões fundamentais do ponto de vista teórico; o Capítulo II - 0 Contexto situa e define o objecto de estudo. 0 Capítulo III descreve e analisa os tópicos mais significativos do decorrer diário da vida comunitária de Vila Velha, tendo por título A Vida Quotidiana em Vila Velha. No Capítulo IV - Mecanismos da Sociabilidade, abordam-se os instrumentos considerados mais relevantes da prática das relações sociais. 0 Capítulo seguinte - A Família - analisa alguns aspectos da vida familiar da colectividade, enquanto que o Capítulo VI foca a temática da Tradição, Mudança Social e Turismo. A Segunda Parte inicia-se com uma breve introdução de carácter teórico ao respectivo corpo principal, que é constituído pelo Diário Etnográfico, instrumento de legitimação da pesquisa antropológica. Colocado perante a alternativa de situar o Diário em anexo, entendi por bem dar-lhe o lugar que lhe compete no contexto do trabalho ora apresentado. Remeter o Diário Etnográfico para anexo era outorgar-lhe uma posição secundária e periférica que ele não possui, nem desejo que possua. 0 Diário é parte integrante e documento fundamental da investigação e do relato. 0 trabalho termina com as Considerações Finais, texto que coloca em destaque os tópicos mais relevantes do estudo realizado e se consubstancia num espaço de reflexão. |
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