Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Ramos, Francisco Martins
Data de Publicação: 1992
Idioma: por
Título da fonte: Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
Texto Completo: http://hdl.handle.net/10174/11005
Resumo: "Sem resumo feito pelo autor"; - A Etnografia que se segue corresponde a um trabalho de investigação que concebe a noção etnográfica no sentido da construção do texto antropológico, numa perspectiva actualizada pelas correntes pós-modernistas.Os Os Proprietários da Sombra. Vila Velha Revistada não deixa de ser, todavia, uma monografia an-tropológica que, sem abandonar a matriz da investigação e do conhecimento etnológico tradicionais (ou seja, clássicos e habituais), envereda por alguns caminhos inovadores que a "fermentação" antropológica em final do século XX tem vindo a produzir. O objectivo do presente estudo apresenta-se sob uma tríplice perspectiva: Elaborar o reestudo de uma comunidade; analisar a vida quotidiana de uma pequena vila rural do Alentejo; identificar e interpretar os mecanismos mais significativos da prática das relações de sociabilidade. Paralelamente, focam-se aspectos relacionados com a mudança social, a nível da família, do contacto urbano e do fenómeno turístico, em abordagens que poderão servir de referência comparativa em relação a outras comunidades semelhantes. Numa perspectiva dialógica, a monografia inicial articula-se com um diário etnográfico que constitui a segunda parte do trabalho e funciona como uma referência legitimadora da prática no terreno. O cariz descritivo do texto não rejeita a necessidade analítica de compreender os habitas geradores das condutas individuais e grupais: − Como se processa a vivência quotidiana numa comunidade que, apesar de em vias de extinção, é objecto de um fluxo turístico crescente? − Até que ponto o declínio demográfico afecta as práticas da sociabilidade? Como se processa a gestão dos sentimentos de competição e inveja, agressividade e controle social, coesão e solidariedade? − como é que as pessoas cooperam com a rotina, uma vez que o exótico é mais fácil de descobrir que o lugar comum? - Que tipos de intervenção social encarados no processo de tomada de decisões do poder político local podem obstar à morte da dinâmica social de comunidades como Vila Velha? − Como é possível traduzir e descodificar os elementos culturais de uma comunidade através da construção de um texto? Metodologicamente, foi utilizada a técnica por excelência do trabalho de campo antropológico, a observação-participante, partindo do princípio que a metodologia seguida resultou de um compromisso tácito com os habitantes: viver prolongadamente na vila é fazer parte dela. O antropólogo não se limita a fazer observação, ele também participa. A participação activa permite-lhe experienciar actividades directamente, captar a essência dos acontecimentos e registar as suas próprias percepções. Todos os seres humanos actuam como participantes vulgares em muitas situações sociais; mas o observador-participante rege-se por determinados princípios e tem em mente objectives definidos. Existe para o etnógrafo um propósito dualista na observação-participante: "envolver-se em actividades apropriadas à situação e observar as pessoas, as actividades e os aspectos físicos da situação" (Spradley 1980: 54). Por outro lado, o antropólogo deve desenvolver a sua atenção selectiva no sentido de aumentar a consciência explícita dos factos sociais que observa e em que participa, de tal modo que as próprias trivialidades possam ser captadas e seleccionadas. "Fazer trabalho de campo envolve alternadamente ou simultaneamente a situação de actor e espectador" (Spradley 1980: 57). Acrescente-se que a introspecção é uma atitude mental absolutamente necessária à observação-participante. Finalmente, o antropólogo precisa de registar as suas observações, objectivas ou subjectivas. A observação-participante, imagem de marca da Antropologia pós-malinowskiana, "significa um envolvimento nos acontecimentos que decorrem, significa que estamos por dentro deles. Bruce Nickerson (1983) estudou o trabalho fabril conseguindo um emprego numa fábrica; William Foote Whyte (1943) foi residir para a comunidade que escolheu estudar" (Jackson 1987: 63). 0 relato da investigação realizada está dividido em duas Partes. A primeira desenrola-se a partir da presente Nota Introdutória e é composta por seis capítulos. o Capítulo I - A Problemática introduz-nos as questões fundamentais do ponto de vista teórico; o Capítulo II - 0 Contexto situa e define o objecto de estudo. 0 Capítulo III descreve e analisa os tópicos mais significativos do decorrer diário da vida comunitária de Vila Velha, tendo por título A Vida Quotidiana em Vila Velha. No Capítulo IV - Mecanismos da Sociabilidade, abordam-se os instrumentos considerados mais relevantes da prática das relações sociais. 0 Capítulo seguinte - A Família - analisa alguns aspectos da vida familiar da colectividade, enquanto que o Capítulo VI foca a temática da Tradição, Mudança Social e Turismo. A Segunda Parte inicia-se com uma breve introdução de carácter teórico ao respectivo corpo principal, que é constituído pelo Diário Etnográfico, instrumento de legitimação da pesquisa antropológica. Colocado perante a alternativa de situar o Diário em anexo, entendi por bem dar-lhe o lugar que lhe compete no contexto do trabalho ora apresentado. Remeter o Diário Etnográfico para anexo era outorgar-lhe uma posição secundária e periférica que ele não possui, nem desejo que possua. 0 Diário é parte integrante e documento fundamental da investigação e do relato. 0 trabalho termina com as Considerações Finais, texto que coloca em destaque os tópicos mais relevantes do estudo realizado e se consubstancia num espaço de reflexão.
id RCAP_faa7008cd708adfcf8eb4718626513eb
oai_identifier_str oai:dspace.uevora.pt:10174/11005
network_acronym_str RCAP
network_name_str Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
repository_id_str https://opendoar.ac.uk/repository/7160
spelling Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"VilaVelhaRevisitadaAntropológica"Sem resumo feito pelo autor"; - A Etnografia que se segue corresponde a um trabalho de investigação que concebe a noção etnográfica no sentido da construção do texto antropológico, numa perspectiva actualizada pelas correntes pós-modernistas.Os Os Proprietários da Sombra. Vila Velha Revistada não deixa de ser, todavia, uma monografia an-tropológica que, sem abandonar a matriz da investigação e do conhecimento etnológico tradicionais (ou seja, clássicos e habituais), envereda por alguns caminhos inovadores que a "fermentação" antropológica em final do século XX tem vindo a produzir. O objectivo do presente estudo apresenta-se sob uma tríplice perspectiva: Elaborar o reestudo de uma comunidade; analisar a vida quotidiana de uma pequena vila rural do Alentejo; identificar e interpretar os mecanismos mais significativos da prática das relações de sociabilidade. Paralelamente, focam-se aspectos relacionados com a mudança social, a nível da família, do contacto urbano e do fenómeno turístico, em abordagens que poderão servir de referência comparativa em relação a outras comunidades semelhantes. Numa perspectiva dialógica, a monografia inicial articula-se com um diário etnográfico que constitui a segunda parte do trabalho e funciona como uma referência legitimadora da prática no terreno. O cariz descritivo do texto não rejeita a necessidade analítica de compreender os habitas geradores das condutas individuais e grupais: − Como se processa a vivência quotidiana numa comunidade que, apesar de em vias de extinção, é objecto de um fluxo turístico crescente? − Até que ponto o declínio demográfico afecta as práticas da sociabilidade? Como se processa a gestão dos sentimentos de competição e inveja, agressividade e controle social, coesão e solidariedade? − como é que as pessoas cooperam com a rotina, uma vez que o exótico é mais fácil de descobrir que o lugar comum? - Que tipos de intervenção social encarados no processo de tomada de decisões do poder político local podem obstar à morte da dinâmica social de comunidades como Vila Velha? − Como é possível traduzir e descodificar os elementos culturais de uma comunidade através da construção de um texto? Metodologicamente, foi utilizada a técnica por excelência do trabalho de campo antropológico, a observação-participante, partindo do princípio que a metodologia seguida resultou de um compromisso tácito com os habitantes: viver prolongadamente na vila é fazer parte dela. O antropólogo não se limita a fazer observação, ele também participa. A participação activa permite-lhe experienciar actividades directamente, captar a essência dos acontecimentos e registar as suas próprias percepções. Todos os seres humanos actuam como participantes vulgares em muitas situações sociais; mas o observador-participante rege-se por determinados princípios e tem em mente objectives definidos. Existe para o etnógrafo um propósito dualista na observação-participante: "envolver-se em actividades apropriadas à situação e observar as pessoas, as actividades e os aspectos físicos da situação" (Spradley 1980: 54). Por outro lado, o antropólogo deve desenvolver a sua atenção selectiva no sentido de aumentar a consciência explícita dos factos sociais que observa e em que participa, de tal modo que as próprias trivialidades possam ser captadas e seleccionadas. "Fazer trabalho de campo envolve alternadamente ou simultaneamente a situação de actor e espectador" (Spradley 1980: 57). Acrescente-se que a introspecção é uma atitude mental absolutamente necessária à observação-participante. Finalmente, o antropólogo precisa de registar as suas observações, objectivas ou subjectivas. A observação-participante, imagem de marca da Antropologia pós-malinowskiana, "significa um envolvimento nos acontecimentos que decorrem, significa que estamos por dentro deles. Bruce Nickerson (1983) estudou o trabalho fabril conseguindo um emprego numa fábrica; William Foote Whyte (1943) foi residir para a comunidade que escolheu estudar" (Jackson 1987: 63). 0 relato da investigação realizada está dividido em duas Partes. A primeira desenrola-se a partir da presente Nota Introdutória e é composta por seis capítulos. o Capítulo I - A Problemática introduz-nos as questões fundamentais do ponto de vista teórico; o Capítulo II - 0 Contexto situa e define o objecto de estudo. 0 Capítulo III descreve e analisa os tópicos mais significativos do decorrer diário da vida comunitária de Vila Velha, tendo por título A Vida Quotidiana em Vila Velha. No Capítulo IV - Mecanismos da Sociabilidade, abordam-se os instrumentos considerados mais relevantes da prática das relações sociais. 0 Capítulo seguinte - A Família - analisa alguns aspectos da vida familiar da colectividade, enquanto que o Capítulo VI foca a temática da Tradição, Mudança Social e Turismo. A Segunda Parte inicia-se com uma breve introdução de carácter teórico ao respectivo corpo principal, que é constituído pelo Diário Etnográfico, instrumento de legitimação da pesquisa antropológica. Colocado perante a alternativa de situar o Diário em anexo, entendi por bem dar-lhe o lugar que lhe compete no contexto do trabalho ora apresentado. Remeter o Diário Etnográfico para anexo era outorgar-lhe uma posição secundária e periférica que ele não possui, nem desejo que possua. 0 Diário é parte integrante e documento fundamental da investigação e do relato. 0 trabalho termina com as Considerações Finais, texto que coloca em destaque os tópicos mais relevantes do estudo realizado e se consubstancia num espaço de reflexão.Universidade de Évora2014-06-16T10:43:24Z2014-06-161992-01-01T00:00:00Zdoctoral thesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionhttp://hdl.handle.net/10174/11005http://hdl.handle.net/10174/11005porframos@uevora.pt697Ramos, Francisco Martinsinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)instname:FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiainstacron:RCAAP2024-01-03T18:51:50Zoai:dspace.uevora.pt:10174/11005Portal AgregadorONGhttps://www.rcaap.pt/oai/openaireinfo@rcaap.ptopendoar:https://opendoar.ac.uk/repository/71602025-05-28T11:59:58.481045Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) - FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiafalse
dc.title.none.fl_str_mv Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"
title Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"
spellingShingle Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"
Ramos, Francisco Martins
Vila
Velha
Revisitada
Antropológica
title_short Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"
title_full Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"
title_fullStr Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"
title_full_unstemmed Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"
title_sort Os Proprietários da Sombra "Vila Velha Revisitada"
author Ramos, Francisco Martins
author_facet Ramos, Francisco Martins
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Ramos, Francisco Martins
dc.subject.por.fl_str_mv Vila
Velha
Revisitada
Antropológica
topic Vila
Velha
Revisitada
Antropológica
description "Sem resumo feito pelo autor"; - A Etnografia que se segue corresponde a um trabalho de investigação que concebe a noção etnográfica no sentido da construção do texto antropológico, numa perspectiva actualizada pelas correntes pós-modernistas.Os Os Proprietários da Sombra. Vila Velha Revistada não deixa de ser, todavia, uma monografia an-tropológica que, sem abandonar a matriz da investigação e do conhecimento etnológico tradicionais (ou seja, clássicos e habituais), envereda por alguns caminhos inovadores que a "fermentação" antropológica em final do século XX tem vindo a produzir. O objectivo do presente estudo apresenta-se sob uma tríplice perspectiva: Elaborar o reestudo de uma comunidade; analisar a vida quotidiana de uma pequena vila rural do Alentejo; identificar e interpretar os mecanismos mais significativos da prática das relações de sociabilidade. Paralelamente, focam-se aspectos relacionados com a mudança social, a nível da família, do contacto urbano e do fenómeno turístico, em abordagens que poderão servir de referência comparativa em relação a outras comunidades semelhantes. Numa perspectiva dialógica, a monografia inicial articula-se com um diário etnográfico que constitui a segunda parte do trabalho e funciona como uma referência legitimadora da prática no terreno. O cariz descritivo do texto não rejeita a necessidade analítica de compreender os habitas geradores das condutas individuais e grupais: − Como se processa a vivência quotidiana numa comunidade que, apesar de em vias de extinção, é objecto de um fluxo turístico crescente? − Até que ponto o declínio demográfico afecta as práticas da sociabilidade? Como se processa a gestão dos sentimentos de competição e inveja, agressividade e controle social, coesão e solidariedade? − como é que as pessoas cooperam com a rotina, uma vez que o exótico é mais fácil de descobrir que o lugar comum? - Que tipos de intervenção social encarados no processo de tomada de decisões do poder político local podem obstar à morte da dinâmica social de comunidades como Vila Velha? − Como é possível traduzir e descodificar os elementos culturais de uma comunidade através da construção de um texto? Metodologicamente, foi utilizada a técnica por excelência do trabalho de campo antropológico, a observação-participante, partindo do princípio que a metodologia seguida resultou de um compromisso tácito com os habitantes: viver prolongadamente na vila é fazer parte dela. O antropólogo não se limita a fazer observação, ele também participa. A participação activa permite-lhe experienciar actividades directamente, captar a essência dos acontecimentos e registar as suas próprias percepções. Todos os seres humanos actuam como participantes vulgares em muitas situações sociais; mas o observador-participante rege-se por determinados princípios e tem em mente objectives definidos. Existe para o etnógrafo um propósito dualista na observação-participante: "envolver-se em actividades apropriadas à situação e observar as pessoas, as actividades e os aspectos físicos da situação" (Spradley 1980: 54). Por outro lado, o antropólogo deve desenvolver a sua atenção selectiva no sentido de aumentar a consciência explícita dos factos sociais que observa e em que participa, de tal modo que as próprias trivialidades possam ser captadas e seleccionadas. "Fazer trabalho de campo envolve alternadamente ou simultaneamente a situação de actor e espectador" (Spradley 1980: 57). Acrescente-se que a introspecção é uma atitude mental absolutamente necessária à observação-participante. Finalmente, o antropólogo precisa de registar as suas observações, objectivas ou subjectivas. A observação-participante, imagem de marca da Antropologia pós-malinowskiana, "significa um envolvimento nos acontecimentos que decorrem, significa que estamos por dentro deles. Bruce Nickerson (1983) estudou o trabalho fabril conseguindo um emprego numa fábrica; William Foote Whyte (1943) foi residir para a comunidade que escolheu estudar" (Jackson 1987: 63). 0 relato da investigação realizada está dividido em duas Partes. A primeira desenrola-se a partir da presente Nota Introdutória e é composta por seis capítulos. o Capítulo I - A Problemática introduz-nos as questões fundamentais do ponto de vista teórico; o Capítulo II - 0 Contexto situa e define o objecto de estudo. 0 Capítulo III descreve e analisa os tópicos mais significativos do decorrer diário da vida comunitária de Vila Velha, tendo por título A Vida Quotidiana em Vila Velha. No Capítulo IV - Mecanismos da Sociabilidade, abordam-se os instrumentos considerados mais relevantes da prática das relações sociais. 0 Capítulo seguinte - A Família - analisa alguns aspectos da vida familiar da colectividade, enquanto que o Capítulo VI foca a temática da Tradição, Mudança Social e Turismo. A Segunda Parte inicia-se com uma breve introdução de carácter teórico ao respectivo corpo principal, que é constituído pelo Diário Etnográfico, instrumento de legitimação da pesquisa antropológica. Colocado perante a alternativa de situar o Diário em anexo, entendi por bem dar-lhe o lugar que lhe compete no contexto do trabalho ora apresentado. Remeter o Diário Etnográfico para anexo era outorgar-lhe uma posição secundária e periférica que ele não possui, nem desejo que possua. 0 Diário é parte integrante e documento fundamental da investigação e do relato. 0 trabalho termina com as Considerações Finais, texto que coloca em destaque os tópicos mais relevantes do estudo realizado e se consubstancia num espaço de reflexão.
publishDate 1992
dc.date.none.fl_str_mv 1992-01-01T00:00:00Z
2014-06-16T10:43:24Z
2014-06-16
dc.type.driver.fl_str_mv doctoral thesis
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://hdl.handle.net/10174/11005
http://hdl.handle.net/10174/11005
url http://hdl.handle.net/10174/11005
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.none.fl_str_mv framos@uevora.pt
697
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade de Évora
publisher.none.fl_str_mv Universidade de Évora
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
instname:FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia
instacron:RCAAP
instname_str FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia
instacron_str RCAAP
institution RCAAP
reponame_str Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
collection Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
repository.name.fl_str_mv Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) - FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia
repository.mail.fl_str_mv info@rcaap.pt
_version_ 1833592424624029696