Independência funcional do doente pós AVC
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|---|---|
| Data de Publicação: | 2012 |
| Outros Autores: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10400.19/1619 |
Resumo: | Introdução – Segundo NERI (2001), a capacidade/independência funcional, tem sido definida como grau de preservação do individuo na capacidade de realizar atividades básicas de vida diária (ABVD´s) ou de autocuidado e também para desenvolver atividades instrumentais de vida diária (AIVS´s). O AVC é, para todos os efeitos, a manifestação de uma doença vascular cerebral, e as suas consequências são variadas e dependem da extensão e localização da lesão do tecido nervoso (CAMBIER et al, 2005). A finalidade do processo de reabilitação passa pela minimização do impacto do AVC quer para a vítima, quer para o seu cuidador. Face a este enquadramento, a investigação pretendeu identificar níveis de independência Funcional do doente pós AVC bem como a sua correlação com as variáveis sociodemográficas e clínicas, comparando a independência funcional da admissão com a alta. Métodos – Realizou-se um estudo transversal, analítico-correlacional, de natureza quantitativa, de cariz descritivo, na qual participaram 60 doentes, internados no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, maioritariamente do sexo masculino (60%) e com media de idades de 60,8 anos. No que concerne à colheita de dados, utilizou-se um questionário de caracterização sociodemográfica, um questionário de caracterização clinica e a Escala de Medida de Independência funcional – (MIF). Resultados – As evidencias encontradas neste estudo demonstram que a independência funcional teve um aumento em todas as dimensões da Escala de Medida de Independência Funcional (MIF) quando comparado o momento da entrada com o da alta. As variáveis que influenciaram significativamente a independência funcional, foram o estado civil (dimensão autocuidados), o tempo de AVC (dimensão dos autocuidados, esfíncteres e locomoção), a reabilitação na fase aguda (dimensão dos autocuidados, locomoção e mobilidade) e o programa de reabilitação continuado. Conclusão – As variáveis clinicas exercem uma maior influencia na independência funcional, quando testadas dimensão a dimensão. Face ao supracitado, podemos concluir que o programa de reabilitação, exerce um papel fulcral na independência funcional do doente, pelo que este deve ser iniciado o mais precoce possível e continuado de forma enérgica. PALAVRAS CHAVE: Doente, pós Acidente Vascular Cerebral, Independência Funcional |
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