O rosto da psicologia em territórios odontológicos: Factores psicológicos e transtornos da disfunção temporomandibular

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Manuel, Paula Cristina Carvalho
Data de Publicação: 2004
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
Texto Completo: http://hdl.handle.net/10400.12/630
Resumo: Nas últimas décadas, a Disfunção da Articulação Temporo-Mandibular (DATM) tem sido abordada numa perspectiva multifactorial, sublinhando os factores psicológicos na origem, curso, tratamento e prognóstico da mesma disfunção. Esta perspectiva, assume uma mais valia nas trajectórias da saúde enquanto contributo preventivo ou de controlo deste tipo de disfunção. Assinala-se por um lado, as Estratégias de Coping, Capacidade de Adaptação à dor, Actividades Sociais e Percepção dos Acontecimentos de Vida, enquanto dimensões psicossociais, e, por outro, os Hábitos Parafuncionais e Nocturnos, enquanto dimensões comportamentais. Descortina-se assim, a dimensão holistica do campo odontológico em conjunto com a Psicologia da Saúde. O presente estudo de carácter exploratório, pretende estudar as relações entre as características da personalidade, estratégias de confronto e stress psicológico, com a Disfunção da Articulação Temporo-Mandibular, por forma a determinar a existência de um possível perfil psicológico característico deste tipo de doentes. A amostra é constituída por 141 indivíduos dos grupos experimental e de controlo, com média de idades de 39 e 37 anos, respectivamente. Foram utilizados como instrumentos, o BSI (Brief Symptom Inventory). o COPE, o BRIEF COPE, o WHYMPI (West Haven-Yale Multidimensional Pain Inventory) e o NEO-PI-R (Inventário da Personalidade NEO Revisto), para além da grelha das variáveis médicas. Nos resultados, denotaram-se diferenças significativas entre os grupos, reforçando-se que, por um lado, esta disfunção surge com mais frequência na mulher, e por outro que não existe um traço da personalidade responsável pela referida disfunção. Desta forma sobressai a importância dos factores psicológicos cuja intervenção psicológica seria uma mais valia para a prevenção ou controlo da
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