Técnicas de rating em contexto de crise no setor bancário português
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| Publication Date: | 2013 |
| Format: | Master thesis |
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| Source: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Download full: | http://hdl.handle.net/10400.22/3210 |
Summary: | Durante a década de 1930 as agências de notação de risco, também conhecidas como agências de rating, passaram a assumir um papel fundamental na supervisão regulamentar do risco de crédito. Na origem desta mudança, considera-se que reside o choque económico provocado pela Grande Depressão. Devido ao crescimento da importância da atividade creditícia no mercado, o risco associado às operações financeiras passou a merecer um maior interesse. Consequentemente, as agências que ditam as notações de risco, passaram a ter uma maior procura. Para grande parte das instituições financeiras, a relação entre o risco de crédito, as garantias e o custo de capital são parte fundamental na elaboração da sua política de afetação de recursos e proteção de perdas. A crescente regulação financeira exigida pelas entidades competentes, condiciona cada vez mais a quantidade e a qualidade do risco de crédito presente nos balanços das instituições financeiras. Através do cálculo de rácios apropriados sugeridos pelas mesmas entidades reguladoras, é estipulado, para cada operação de crédito, uma parte do capital da instituição financeira para cobrir eventuais perdas decorrentes dessa operação. Na primeira parte deste trabalho, e subdividida em quatro capítulos, é feita uma breve revisão bibliográfica acerca desta problemática. Assim, o primeiro capítulo é dedicado ao rating como análise de risco, abordando a sua definição, aplicação e técnicas. O capítulo seguinte é dedicado à caracterização das principais empresas que atualmente têm competências reconhecidas para emitirem notações de risco com fiabilidade, e à explicação de todo o processo de regulamentação que tem vindo a ser desenvolvido pelas entidades competentes. O capítulo seguinte é dedicado à abordagem da atual crise económica, e, à forma de como estas notações se tornaram numa base fundamental na atribuição de crédito. Por último, o quarto capítulo faz uma breve referência ao Comité de Basileia, e aos Acordos por este elaborados, analisando todos os aspetos que passaram a limitar as instituições financeiras relativamente ao risco. Na segunda parte da presente investigação, e relativa ao quinto capítulo, é realizada uma abordagem empírica ao tema, nomeadamente na caracterização do setor bancário português, passando pela abordagem às instituições bancárias sobre a definição de rating, e, por fim, na análise do CreditMetrics Risk. |
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