Escala de motivação: adaptação e validação da Motivation Scale (M.S.) de Rempel, Holmes & Zanna
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| Data de Publicação: | 2009 |
| Outros Autores: | |
| Tipo de documento: | Artigo |
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| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1645-00862009000200009 |
Resumo: | O objectivo deste estudo é a adaptação e a validação para a população portuguesa da Motivation Scale, de Rempel, Holmes e Zanna (1985). Enquadra-se e define-se o conceito de motivação, considerando-se a motivação intrínseca, a motivação extrínseca e a motivação instrumental, que viso integrar a construção da escala, bem como o seu impacto nas relações conjugais. Os participantes foram 436 sujeitos, 218 casais, 152 casados, 66 em união de facto. Para a nossa amostra, a sensibilidade dos itens demonstrou ter características discriminativas. Quanto à validade, a análise factorial pelo método KMO foi de 0,95 para a sub escala de motivos pessoais e 0,95 para a escala de motivos do parceiro, permitindo o recurso a análises factoriais confirmatórias de componentes principais com rotação obliqua, que não confirmaram uma estrutura tripartida. No que respeita à fidelidade, recorreu-se ao Alpha de Cronbach que nos 2 factores e nos totais das escalas foram superiores aos encontrados pelos autores na sua estrutura tripartida. Obtivemos assim uma escala final constituída por duas sub escalas: sub-escala de motivação intrínseca e sub-escala de motivação extrínseca. |
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Escala de motivação: adaptação e validação da Motivation Scale (M.S.) de Rempel, Holmes & ZannaMotivaçãoConjugalidadeMotivação intrínsecaMotivação extrínsecaO objectivo deste estudo é a adaptação e a validação para a população portuguesa da Motivation Scale, de Rempel, Holmes e Zanna (1985). Enquadra-se e define-se o conceito de motivação, considerando-se a motivação intrínseca, a motivação extrínseca e a motivação instrumental, que viso integrar a construção da escala, bem como o seu impacto nas relações conjugais. Os participantes foram 436 sujeitos, 218 casais, 152 casados, 66 em união de facto. Para a nossa amostra, a sensibilidade dos itens demonstrou ter características discriminativas. Quanto à validade, a análise factorial pelo método KMO foi de 0,95 para a sub escala de motivos pessoais e 0,95 para a escala de motivos do parceiro, permitindo o recurso a análises factoriais confirmatórias de componentes principais com rotação obliqua, que não confirmaram uma estrutura tripartida. No que respeita à fidelidade, recorreu-se ao Alpha de Cronbach que nos 2 factores e nos totais das escalas foram superiores aos encontrados pelos autores na sua estrutura tripartida. Obtivemos assim uma escala final constituída por duas sub escalas: sub-escala de motivação intrínseca e sub-escala de motivação extrínseca.Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde2009-01-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/articletext/htmlhttp://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1645-00862009000200009Psicologia, Saúde & Doenças v.10 n.2 2009reponame:Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)instname:FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiainstacron:RCAAPporhttp://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1645-00862009000200009Afonso,José de AbreuLeal,Isabel P.info:eu-repo/semantics/openAccess2024-02-06T17:15:30Zoai:scielo:S1645-00862009000200009Portal AgregadorONGhttps://www.rcaap.pt/oai/openaireinfo@rcaap.ptopendoar:https://opendoar.ac.uk/repository/71602025-05-28T13:03:13.918024Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) - FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiafalse |
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