Vacinas para vírus sincicial respiratório : o estado da arte
| Autor(a) principal: | |
|---|---|
| Data de Publicação: | 2021 |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10400.26/38898 |
Resumo: | Introdução: As infeções respiratórias virais causaram quase 2,38 milhões de mortes em 2016, sendo a sexta principal causa de mortalidade em todas as idades e a principal causa de morte entre crianças com menos de 5 anos. O Vírus Sincicial Respiratório (RSV) é um dos principais vírus a causar estas infeções. Atualmente não existe vacina nem tratamento específico para as infeções causadas pelo RSV. Objetivos: Esta revisão sistemática teve como principal objetivo caraterizar e descrever os ensaios clínicos em humanos de vacinas contra o RSV nos últimos 5 anos em adultos e crianças, de modo a perceber o porquê da não existência de uma vacina em uso clínico. Materiais e métodos: Foi efetuada pesquisa na base de dados PubMed, com os termos: ((Respiratory syncycial virus) and (Human vaccines)). Na pesquisa foram colocados filtros ao nível temporal de artigos publicados apenas nos últimos 5 anos (2016 a setembro de 2021) e também a nível do tipo de artigo, sendo apenas selecionados os ensaios clínicos publicados em inglês. Resultados: A pesquisa efetuada no PubMed, permitiu a obtenção de 33 resultados, mas apenas 19 cumpriam todos os critérios de inclusão e foram utilizados. Nestes ensaios clínicos foram utilizadas diversas estratégias para a produção da vacina contra o RSV, entre elas a utilização como imunogénio da proteína de fusão (F) do RSV. Os ensaios clínicos foram maioritariamente de fase 1, destacando-se as vacinas dos estudos de McFarland et al. (2020) e Beran et al. (2018). Verifica-se que apesar de haver eficácia das vacinas na diminuição de infeções mais graves, a prevenção já não é tão fácil de obter. Conclusão: O estudo de Auguste et al. (2017) tem a respetiva vacina a ser testada em mulheres grávidas do terceiro trimestre para avaliar a proteção do bebé nos primeiros meses de vida. Espera-se a continuação e desenvolvimento destas vacinas e outras vacinas. |
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