A compreensão na aprendizagem
| Autor(a) principal: | |
|---|---|
| Data de Publicação: | 2018 |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10400.26/21871 |
Resumo: | O Relatório Final “A Compreensão na Aprendizagem”, pretende descrever de forma sucinta a Prática de Ensino Supervisionada em 1.º CEB e em 2.º CEB e uma pequena investigação, no âmbito do Curso de Mestrado em Ensino do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico. O Relatório tem subjacente a ideia de que a aprendizagem com compreensão é uma das mais importantes metas para todos os alunos em todos os conteúdos. Contudo a realização daquela meta tem sido problemática, especialmente no domínio da matemática (Stylianides & Stylianides, 2007). Um aluno que compreende pode responder, não só a questões que estão inseridas no manual, mas também usar isso para novas tarefas. Quanto mais profunda for a compreensão mais se pode generalizar o conhecimento. Sempre que se tiver compreendido é também mais fácil explicar o conhecimento aos outros. Por outras palavras alguém que compreende pode ensinar (Gardenfors, 2004). Este Relatório tem então como principal objetivo analisar o meu percurso de formação, numa atitude crítica e reflexiva relativa às aprendizagens vivenciadas e envolve quatro partes. Na primeira parte (Capítulos I a V) é apresentado um pequeno estudo de natureza qualitativa, cujo tema é A compreensão da reta numérica em alunos do 4.º ano do Ensino Básico com os seguintes objetivos: compreender a perceção que os alunos do 4.º ano do Ensino Básico têm sobre “o que é uma reta numérica?” e identificar tarefas que possibilitem apoiar o pensamento de alunos na localização de racionais não negativos na reta numérica. Os resultados deste estudo apontam que a perceção dos alunos sobre “o que é uma reta numérica?” se concentram em respostas cuja qualidade: estão associadas a uma linha específica; frases específicas e outras frases que indicam qual é a função da reta numérica, isto é, para que é que ela serve; respostas que poderiam associar ações numa linha numérica; e respostas de qualidade indecifrável. Identificaram-se ainda 6 tarefas que parecem poder possibilitar o apoio ao pensamento de alunos na localização de racionais não negativos na reta numérica, bem como fomentar aprendizagens que vão ao encontro da diminuição de conceções erróneas dos alunos. A segunda parte deste Relatório Final (Capítulos de VI a VIII) refere-se à Prática de Ensino Supervisionada em 1.º CEB, onde são descritas: a organização das atividades de iniciação à prática profissional, a caracterização do texto de intervenção, a fundamentação orientadora das práticas pedagógicas e duas experiências-chave (Comunicação e Relação da Professora com os Alunos e As Dificuldades dos Alunos e o Algoritmo da Divisão). Na terceira parte do Relatório Final (Capitulo IX e X) descreve-se a Prática de Ensino Supervisionada em 2.º CEB. Esta prática envolveu, fundamentalmente, quatro domínios do saber: Português, Ciências da Natureza, História e Geografia de Portugal e Matemática. Para cada domínio é apresentada a fundamentação da prática e a reflexão sobre a prática. Para finalizar, são feitas algumas considerações sobre: as vivências efetuadas ao longo da Prática de Ensino Supervisionada em 1.º e 2.º CEB; as aprendizagens desenvolvidas durante a investigação implementada e a elaboração deste Relatório Final. |
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