Nunca mais voltas ao Cais? Percepções sociais e políticas sobre os Cais da Ria de Aveiro

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Robaina, M.
Data de Publicação: 2011
Outros Autores: Martins, F., Figueiredo, E., Albuquerque, H.
Idioma: por
Título da fonte: Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
Texto Completo: http://hdl.handle.net/10773/6787
Resumo: As comunidades existentes em torno da Ria de Aveiro sempre mantiveram com esta uma forte afinidade. Este ecossistema foi sempre utilizado como fonte de recursos, sendo que as populações mais ribeirinhas viviam em função do que a “Ria” lhes concedia – o sal, o moliço, a pesca, o transporte lagunar e mesmo a agricultura. Por esta razão, foram construídos vários cais de acostagem que serviam de suporte às diversas actividades que aí se desenvolviam. Com o desaparecimento/desvalorização de determinadas actividades, muitos destes cais foram perdendo a sua vitalidade, encontrando-se de momento em forte estado de degradação e contribuindo para o continuado abandono destas áreas que, por sua vez, tem implicações quer na estrutura socioeconómica das comunidades locais quer no próprio ecossistema. No sentido de recuperar e revalorizar os cais de acostagem, o programa Polis Litoral Ria de Aveiro, promoveu o Estudo de Caracterização para o Reordenamento e Valorização dos Núcleos Piscatórios Lagunares, focalizado sobre 22 cais dos municípios de Ovar, Estarreja, Murtosa, Aveiro, Ílhavo e Mira. Neste contexto foram analisados, a área de influência de cada cais, as actividades económicas e sociais presentes, bem como as potencialidades de desenvolvimento das actividades existentes.
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