Ruído ocupacional: Baixa Frequência: doença vibroacústica vs. síndrome da turbina eólica

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Pardal, Tatiana
Data de Publicação: 2013
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
Texto Completo: http://hdl.handle.net/10400.26/4003
Resumo: A exposição ocupacional ao ruído é reconhecida como um fator de risco para a saúde dos trabalhadores estando complementada na lista de doenças profissionais no entanto, apenas a surdez é identificada como consequência do som audível sendo que, os efeitos derivados das gamas mais baixas (<500Hz) correspondentes ao Ruido de Baixa Frequência (RBF), completamente negligenciadas. Atualmente não existe qualquer documento ou legislação que regule a exposição a gama de frequências no entanto, muitas preocupações têm vindo a ser expressas por médicos em todo o mundo sobre os efeitos prejudiciais das mesmas para os seres humanos. As consequências identificadas em estudos mais recentes apresentam-se classificadas em duas categorias distintas: Doença Vibroacústica (DVA) e Síndrome da Turbina Eólica (STE). Estas diferem entre si devido aos fenômenos de frequência respetivamente associados e à presença ou ausência de parques eólicos. O objetivo desta dissertação é fazer a ponte entre a caracterização do ruído de baixa frequência no que diz respeito à sua interação e consequências para o Homem no âmbito ocupacional, respondendo às perguntas de partida. Para tal recorrer-se-á a medições efetuadas em contexto real de trabalho e respetiva análise de dados bem como, a exemplos reais representantes de cada uma das patologias. Será desenvolvida uma caracterização e comparação das duas patologias, no que diz respeito ao RBF e as áreas anatómicas afetadas por cada gama de frequências.com recurso a análise por bandas de 1/3 de oitavas, onde será efetuada a comparação entre as amplitudes obtidas e áreas anatómicas afetadas versus as características apresentadas na literatura das respetivas patologias. Pretende-se assim identificar a gama de frequências considerada mais prejudicial à saúde, seguindo-se a apresentação de propostas para a diminuição/prevenção da exposição ao RBF, em resposta à pergunta de partida.
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