Avaliação externa e autoavaliação num agrupamento de escolas TEIP
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| Data de Publicação: | 2016 |
| Outros Autores: | , |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://hdl.handle.net/1822/46227 |
Resumo: | Pelo seu impacto e efeitos, a Avaliação Externa das Escolas (AEE) provoca alterações relacionais e organizacionais (Barreira, 2016), com mais visibilidade na institucionalização da Autoavaliação de Escolas (AE) (European Comission/EACEA/Eurydice, 2015). O texto versa sobre um estudo de caso, de natureza institucional (Stake, 2006), realizado num agrupamento de escolas TEIP , da região norte de Portugal, com o objetivo de problematizar a AE, numa lógica de desenvolvimento, melhoria e aprendizagem (Schreens, 2003; Nevo, 2007; Pacheco, 2010), mediante a participação dos atores educativos, mais concretamente de uma equipa de AE, formada com o objetivo de responder à exigência institucional da AEE. Adota-se uma metodologia de pesquisa centrada na investigação-ação-formação, no sentido de uma grounded theory (Charmaz, 2009; Amado, 2013), dado que os dados recolhidos e analisados surgiram em resposta às necessidades dos atores educativos, principalmente no que se refere à AE e sua relação com a AEE. Os resultados indicam que a investigação-ação-formação é um processo adequado à produção de documentos sobre AE, sobretudo quando existem procedimentos ativos de corresponsabilização que estão na origem de mudanças de práticas ao nível da AE. A conceção, implementação e análise de instrumentos de avaliação, assim como o acompanhamento e monitorização de práticas institucionais, numa escola comprometida com um projeto TEIP, conduziram a um processo institucional que confere à AE um sentido compreensivo e inteligível para os atores educativos, numa 1ª fase, bem como uma orientação para os resultados, numa 2ª fase. |
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