Os polissacarídeos das paredes celulares da ameixa D'Elvas e actividade de enzimas associadas à sua degradação como parâmetros de avaliação da maturação para a confitagem

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Nunes, C.
Data de Publicação: 2007
Outros Autores: Saraiva, J., Coimbra, M. A.
Idioma: por
Título da fonte: Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
Texto Completo: http://hdl.handle.net/10773/7694
Resumo: Os polissacarídeos da parede celular de Ameixas d'Elvas ("Rainha Claudia Verde") provenientes de dois pomares de fenótipo semelhante, Vila Viçosa e Cano, mas que dão origem a ameixas confitadas com texturas muito diferentes, foram estudados, e quantificada a actividade das enzimas associadas à sua degradação. A análise dos polissacarídeos, por extracção sequencial, mostrou que as ameixas do pomar do Cano possuíam polissacarídeos pécticos mais facilmente solubilizados em água e polissacarídeos hemicelulósicos também mais solúveis em soluções alcalinas, do que as ameixas do pomar de Vila Viçosa. A quantificação das actividades das enzimas pectinametilesterase (PME), poligalacturonase (PG) e celulase (Cel) revelou que na altura da colheita para processamento, as ameixas do pomar do Cano tinham uma actividade inferior de PME e superior de PG e Cel, relativamente às do pomar de Vila Viçosa. A perda de firmeza dos fi-utos do pomar do Cano parece estar relacionada com um estado de maturação bioquírnico mais adiantado, que não é detectável pelos parâmetros convencionais de avaliação da maturação.
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