Biomarcadores de stress oxidativo
| Autor(a) principal: | |
|---|---|
| Data de Publicação: | 2017 |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10400.26/18883 |
Resumo: | A formação de espécies reativas de oxigénio (ROS) é a principal responsável pela ocorrência de danos celulares no organismo. Estas espécies reativas são geralmente controladas pela presença de espécies antioxidantes, que ajudam a manter o equilíbrio do ambiente. Contudo, quando a ação das espécies antioxidantes para com as ROS já não é eficaz ocorre um desequilíbrio homeostático por aumento de espécies reativas, dando assim origem ao aparecimento de um mecanismo denominado de stress oxidativo. O mecanismo de stress oxidativo pode ser desencadeado por diversos fatores, sendo eles exógenos (radiações ultravioleta, temperaturas altas, químicos e da alimentação) ou endógenos (ação mitocondrial), que independentemente do tipo de fonte, vão ter uma ação prejudicial para o ser vivo. A principal ação destas espécies reativas de oxigénio consiste no ataque a diversas moléculas importantes do organismo, nomeadamente, a lípidos, proteínas e ao ácido desoxirribonucleico (DNA), que ao interferirem com estas moléculas vão comprometer o seu bom funcionamento, provocando danos graves nas células e, por conseguinte, o aparecimento de um vasto leque de patologias. De modo a perceber o mecanismo de ação das ROS é necessário recorrer a metodologias analíticas e amostras biológicas específicas para efetuar a sua deteção e análise. Porém, devido à instabilidade e reatividade característica destas espécies, torna-se impossível a sua medição e, consequentemente, a perceção da extensão do dano oxidativo causado. Assim, a utilização de biomarcadores de stress oxidativo torna-se uma opção viável para contornar o problema de análise das espécies reativas de oxigénio, uma vez que estes marcadores biológicos são moléculas mais estáveis, específicas e sensíveis com a capacidade de serem mensuráveis, e desse modo úteis para a compreensão da ação do stress oxidativo no organismo. |
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Biomarcadores de stress oxidativoEspécies reativas de oxigénioStress oxidativoDano oxidativoBiomarcadores de stress oxidativoA formação de espécies reativas de oxigénio (ROS) é a principal responsável pela ocorrência de danos celulares no organismo. Estas espécies reativas são geralmente controladas pela presença de espécies antioxidantes, que ajudam a manter o equilíbrio do ambiente. Contudo, quando a ação das espécies antioxidantes para com as ROS já não é eficaz ocorre um desequilíbrio homeostático por aumento de espécies reativas, dando assim origem ao aparecimento de um mecanismo denominado de stress oxidativo. O mecanismo de stress oxidativo pode ser desencadeado por diversos fatores, sendo eles exógenos (radiações ultravioleta, temperaturas altas, químicos e da alimentação) ou endógenos (ação mitocondrial), que independentemente do tipo de fonte, vão ter uma ação prejudicial para o ser vivo. A principal ação destas espécies reativas de oxigénio consiste no ataque a diversas moléculas importantes do organismo, nomeadamente, a lípidos, proteínas e ao ácido desoxirribonucleico (DNA), que ao interferirem com estas moléculas vão comprometer o seu bom funcionamento, provocando danos graves nas células e, por conseguinte, o aparecimento de um vasto leque de patologias. De modo a perceber o mecanismo de ação das ROS é necessário recorrer a metodologias analíticas e amostras biológicas específicas para efetuar a sua deteção e análise. Porém, devido à instabilidade e reatividade característica destas espécies, torna-se impossível a sua medição e, consequentemente, a perceção da extensão do dano oxidativo causado. Assim, a utilização de biomarcadores de stress oxidativo torna-se uma opção viável para contornar o problema de análise das espécies reativas de oxigénio, uma vez que estes marcadores biológicos são moléculas mais estáveis, específicas e sensíveis com a capacidade de serem mensuráveis, e desse modo úteis para a compreensão da ação do stress oxidativo no organismo.Gonçalves, Luísa LimaRepositório ComumSimões, Stephanie Morgado2017-08-28T10:54:02Z2017-062017-06-01T00:00:00Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/10400.26/18883urn:tid:201727870porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)instname:FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiainstacron:RCAAP2025-04-01T16:46:21Zoai:comum.rcaap.pt:10400.26/18883Portal AgregadorONGhttps://www.rcaap.pt/oai/openaireinfo@rcaap.ptopendoar:https://opendoar.ac.uk/repository/71602025-05-29T04:44:34.542004Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) - FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiafalse |
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A formação de espécies reativas de oxigénio (ROS) é a principal responsável pela ocorrência de danos celulares no organismo. Estas espécies reativas são geralmente controladas pela presença de espécies antioxidantes, que ajudam a manter o equilíbrio do ambiente. Contudo, quando a ação das espécies antioxidantes para com as ROS já não é eficaz ocorre um desequilíbrio homeostático por aumento de espécies reativas, dando assim origem ao aparecimento de um mecanismo denominado de stress oxidativo. O mecanismo de stress oxidativo pode ser desencadeado por diversos fatores, sendo eles exógenos (radiações ultravioleta, temperaturas altas, químicos e da alimentação) ou endógenos (ação mitocondrial), que independentemente do tipo de fonte, vão ter uma ação prejudicial para o ser vivo. A principal ação destas espécies reativas de oxigénio consiste no ataque a diversas moléculas importantes do organismo, nomeadamente, a lípidos, proteínas e ao ácido desoxirribonucleico (DNA), que ao interferirem com estas moléculas vão comprometer o seu bom funcionamento, provocando danos graves nas células e, por conseguinte, o aparecimento de um vasto leque de patologias. De modo a perceber o mecanismo de ação das ROS é necessário recorrer a metodologias analíticas e amostras biológicas específicas para efetuar a sua deteção e análise. Porém, devido à instabilidade e reatividade característica destas espécies, torna-se impossível a sua medição e, consequentemente, a perceção da extensão do dano oxidativo causado. Assim, a utilização de biomarcadores de stress oxidativo torna-se uma opção viável para contornar o problema de análise das espécies reativas de oxigénio, uma vez que estes marcadores biológicos são moléculas mais estáveis, específicas e sensíveis com a capacidade de serem mensuráveis, e desse modo úteis para a compreensão da ação do stress oxidativo no organismo. |
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