“Vou dar-te um brinquedo de menino: um carro”.... ou o desmistificar as Questões de Género no Jardim de Infância

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Matos, Andreia Filipa Garizo
Data de Publicação: 2017
Outros Autores: Lino, Dalila
Tipo de documento: Artigo
Idioma: por
Título da fonte: Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
Texto Completo: http://hdl.handle.net/10400.21/12006
Resumo: Este estudo desenvolveu-se no âmbito da Prática Profissional Supervisionada (PPS) do Mestrado em Educação Pré-Escolar. Através de um olhar crítico e reflexivo, baseado em pressupostos teóricos, analisa-se a problemática mais significativa ao longo da intervenção: As Questões de Género no Jardim de Infância. A temática do estudo emergiu de uma necessidade identificada no grupo de crianças, sendo visíveis vários estereótipos relacionados com o ser menino e o ser menina, porque, desde cedo, as crianças rotulam diversas atividades com base no género. No decorrer desta reflexão, explicita-se a importância deste tema na Educação de Infância e o papel das famílias e do/a educador/a nas (des)igualdades entre os géneros. Em paralelo surgem também as vozes das crianças sobre o que consideravam ser de e para menino e o ser de e para menina no decorrer de brincadeiras ou atividades desenvolvidas. Os objetivos deste estudo passaram por desconstruir a ideia de que existem atividades/objetos/tarefas só para um género; refletir sobre a influência dos educadores de infância e das famílias a este propósito, bem como promover a igualdade de género através de atividades inclusivas dos dois géneros. A Inventigação-Ação foi a metodologia utilizada ao longo da intervenção educacional. Recorrendo a diversos instrumentos (questionários, observação direta, entrevistas e notas de campo), procurou-se reunir um conjunto de dados que evidenciavam diversos estereótipos sobre o ser menino e o ser menina. Os resultados obtidos demonstraram duas realidades distintas: se, por um lado, no final da intervenção, as crianças já adotavam algumas expressões inclusivas dos dois géneros, por outro, ainda era possível observar expressões estereotipadas, cujas influências podem vir dos educadores, famílías e da própria sociedade que distinguem meninos e meninas desde a nascença.
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