Aprendizagem de capacidades na gestão do risco de infeção da pessoa transplantada de progenitores hematopoiéticos
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| Publication Date: | 2012 |
| Format: | Master thesis |
| Language: | por |
| Source: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Download full: | http://hdl.handle.net/10400.26/9302 |
Summary: | A aprendizagem de capacidades está associada a conhecimento a treino, prática e exercício. Pressupõe o informar, o instruir, o interpretar e o treinar. Relacionado com as políticas sociais e de saúde que preconiza altas hospitalares, cada vez mais precoces, as pessoas, no regresso ao seu domicílio, ainda debilitadas e não propriamente sãs, necessitam ter acesso à informação de modo a convertê-la em conhecimento, recurso facilitador, de aquisição de capacidades, que permitem assegurar um processo de recuperação, em segurança. Assim sendo esta problemática afeta a forma e a prática de enfermagem. A TPH pela sua complexidade terapêutica, conduz a uma maior suscetibilidade da pessoa para a infeção, pelo que a aprendizagem de capacidades para a gestão do risco de infeção é primordial e crucial para a diminuição da morbilidade e mortalidade, associada ao risco de infeção e especialmente à segurança da pessoa e ao sucesso do tratamento. O estudo que se apresenta, assente num estudo de natureza qualitativa, visa entender como se processa a aprendizagem de capacidades, na gestão do risco de infeção, na pessoa transplantada de progenitores hematopoiéticos. Com um caráter exploratório e descritivo, utilizou uma amostra de 12 pessoas com TPH, do mesmo serviço, no IPO – Porto. A colheita de dados realizou-se por entrevista semiestruturada de Janeiro a Julho de 2011, no STMO e domicílio das pessoas, 15 dias após a alta. A análise de conteúdo e desta a análise categorial, demonstraram que os participantes tinham recebido informação dos cuidados a ter após a alta e tinham desenvolvido capacidades para a gestão do risco de infeção. Percebeu-se que os domínios informar e instruir apresentavam algumas lacunas, nomeadamente sobre a alimentação, a toma da medicação e atividade VI social. Existem fatores que podem condicionar a aprendizagem e devem ser tidos em conta aquando dos processos de informar e instruir. Constatou-se a necessidade de mais formação aos profissionais de modo a utilizarem todos a mesma linguagem e a melhorarem os processos de instruir. Surgiram sugestões de novas dinâmicas para partilha de experiências, comunhão de responsabilidades de modo a aprimorar a aprendizagem. Foi nossa intenção promover o conhecimento sobre a aprendizagem de capacidades para a gestão do risco de infeção, e por outro, contribuir para a melhoria da formação dos enfermeiros, e, por consequência, melhorar a qualidade dos cuidados de enfermagem através da elencagem de uma lista de aspetos a atender no desenvolvimento de capacidades neste tipo de pessoas. |
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