Da sobrevivência física à sobrevivência mental : aspectos do funcionamento psíquico em ex-combatentes da guerra colonial portuguesa
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| Data de Publicação: | 2015 |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10400.12/4662 |
Resumo: | Enquadramento: A traumatização de guerra associada à perpetração e/ou testemunho de violência e os processos associados à recuperação da Perturbação de Stresse Pós-Traumático (PSPT) em ex-combatentes, são dois temas que têm merecido pouca atenção por parte da investigação científica. O impacto das consequências psicossociais da experiência de guerra na identidade dos indivíduos e a relação dessas variáveis com os processos internos e nas relações com os outros são dois temas considerados relevantes nestes processos, embora ainda pouco estudados. Objectivos: A presente Dissertação teve como propósito produzir alguma evidência acerca dos tópicos referidos. Com estes estudos pretendemos explorar a experiência do processo de traumatização de guerra, os factores que influenciam as mudanças na identidade dos ex-combatentes, e as estratégias mentais utilizadas no coping das consequências da traumatização. Outro objectivo foi a investigação preliminar de potenciais relações entre variáveis como a função reflexiva, a reparação moral, percepção de suporte social, e o dano moral nos níveis de PSPT e Depressão. Método: Para atingir os objectivos deste estudo, delineamos três investigações independentes. No Estudo 1, a amostra era constituída por 120 ex-combatentes da Guerra Colonial Portuguesa (GCP) que recebiam tratamento clínico. Foi efectuado um estudo correlacional onde analisámos o efeito da exposição ao combate, o testemunho e a prática de violência abusiva, e do senso de coerência no desenvolvimento da PSPT e Depressão. Foram efectuadas análises de regressão logística binomial independentes e análises de regressão. No Estudo 2, a amostra era constituída por 60 ex-combatentes da GCP: um grupo com PSPT crónica (n=30) e um grupo com remissão da PSPT (n=30). A exploração das experiências traumáticas e dos factores atribuídos à restauração da resiliência foram recolhidas através duma metodologia qualitativa, com recurso a entrevistas semi-estruturadas realizadas individualmente a cada participante. No Estudo 3, a amostra era idêntica à do estudo anterior, tendo sido efectuado um estudo correlacional com delineamento de métodos mistos. A análise do conteúdo das entrevistas para ambos os estudos foi realizada com base no método de codificação categorial não indutivo de Bardin. Os níveis da PSPT e Depressão foram avaliados, respectivamente, através do Impact of Event Scale - Revised e do Brief Symptom Inventory. Resultados: Os resultados do Estudo 1 revelaram que a participação e o testemunho de violência abusiva, e níveis mais reduzidos de senso de coerência associavam-se a probabilidades mais elevadas de exceder o ponto de corte para o diagnóstico de Depressão. Todas as variáveis associavam-se a probabilidades mais elevadas de exceder o ponto de corte para diagnóstico da PSPT. O senso de coerência era uma variável mediadora do efeito da exposição ao combate e do testemunho de violência abusiva nos níveis de PSPT e Depressão. No Estudo 2, foram identificados seis temas atribuídos à recuperação ou manutenção da perturbação: stressores de guerra, acontecimentos de vida stressores, estratégias mentais e de coping, auto-integração de experiências morais incongruentes nos esquemas pessoais, auto-compreensão dos estados mentais, e suporte social percebido. Estes temas suportaram um modelo compreensivo do processo de recuperação da traumatização de guerra, com base na reconciliação das experiências moralmente discrepantes nos esquemas do Self, e desenvolvimento de maior compreensão dos estados mentais do Self. No Estudo 3, a compreensão dos estados mentais e a integração de experiências de dano moral nos ix esquemas pessoais eram variáveis preditoras dos níveis da PSPT e Depressão, enquanto o nível de exposição ao combate era preditor do nível da PSPT. Conclusões: A traumatização de guerra parece constituir um processo de confronto cumulativo com acontecimentos disruptivos e stressores não traumáticos na guerra, e com as consequências biopsicossociais da experiência no pós-guerra. A reconciliação das representações associadas à traumatização no sistema de representações globais do Self e a função reflexiva surgiram como duas variáveis chave no processo de restauração da resiliência, apresentando um efeito transformador na restauração da coerência do Self dos indivíduos. A restauração de capacidades de resiliência associa-se à posse, ou restauração, de recursos intrapsíquicos e a mobilização de recursos ambientais. A associação verificada entre a função reflexiva e a reconciliação das representações associadas à traumatização no sistema de representações globais do Self com os níveis de PSPT e Depressão sugerem que a reorganização da estrutura psíquica e dos padrões interpessoais formam uma complexa matriz intrapsíquica subjacente às mudanças dos sintomas. |
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Com estes estudos pretendemos explorar a experiência do processo de traumatização de guerra, os factores que influenciam as mudanças na identidade dos ex-combatentes, e as estratégias mentais utilizadas no coping das consequências da traumatização. Outro objectivo foi a investigação preliminar de potenciais relações entre variáveis como a função reflexiva, a reparação moral, percepção de suporte social, e o dano moral nos níveis de PSPT e Depressão. Método: Para atingir os objectivos deste estudo, delineamos três investigações independentes. No Estudo 1, a amostra era constituída por 120 ex-combatentes da Guerra Colonial Portuguesa (GCP) que recebiam tratamento clínico. Foi efectuado um estudo correlacional onde analisámos o efeito da exposição ao combate, o testemunho e a prática de violência abusiva, e do senso de coerência no desenvolvimento da PSPT e Depressão. Foram efectuadas análises de regressão logística binomial independentes e análises de regressão. No Estudo 2, a amostra era constituída por 60 ex-combatentes da GCP: um grupo com PSPT crónica (n=30) e um grupo com remissão da PSPT (n=30). A exploração das experiências traumáticas e dos factores atribuídos à restauração da resiliência foram recolhidas através duma metodologia qualitativa, com recurso a entrevistas semi-estruturadas realizadas individualmente a cada participante. No Estudo 3, a amostra era idêntica à do estudo anterior, tendo sido efectuado um estudo correlacional com delineamento de métodos mistos. A análise do conteúdo das entrevistas para ambos os estudos foi realizada com base no método de codificação categorial não indutivo de Bardin. Os níveis da PSPT e Depressão foram avaliados, respectivamente, através do Impact of Event Scale - Revised e do Brief Symptom Inventory. Resultados: Os resultados do Estudo 1 revelaram que a participação e o testemunho de violência abusiva, e níveis mais reduzidos de senso de coerência associavam-se a probabilidades mais elevadas de exceder o ponto de corte para o diagnóstico de Depressão. Todas as variáveis associavam-se a probabilidades mais elevadas de exceder o ponto de corte para diagnóstico da PSPT. O senso de coerência era uma variável mediadora do efeito da exposição ao combate e do testemunho de violência abusiva nos níveis de PSPT e Depressão. No Estudo 2, foram identificados seis temas atribuídos à recuperação ou manutenção da perturbação: stressores de guerra, acontecimentos de vida stressores, estratégias mentais e de coping, auto-integração de experiências morais incongruentes nos esquemas pessoais, auto-compreensão dos estados mentais, e suporte social percebido. Estes temas suportaram um modelo compreensivo do processo de recuperação da traumatização de guerra, com base na reconciliação das experiências moralmente discrepantes nos esquemas do Self, e desenvolvimento de maior compreensão dos estados mentais do Self. No Estudo 3, a compreensão dos estados mentais e a integração de experiências de dano moral nos ix esquemas pessoais eram variáveis preditoras dos níveis da PSPT e Depressão, enquanto o nível de exposição ao combate era preditor do nível da PSPT. Conclusões: A traumatização de guerra parece constituir um processo de confronto cumulativo com acontecimentos disruptivos e stressores não traumáticos na guerra, e com as consequências biopsicossociais da experiência no pós-guerra. A reconciliação das representações associadas à traumatização no sistema de representações globais do Self e a função reflexiva surgiram como duas variáveis chave no processo de restauração da resiliência, apresentando um efeito transformador na restauração da coerência do Self dos indivíduos. A restauração de capacidades de resiliência associa-se à posse, ou restauração, de recursos intrapsíquicos e a mobilização de recursos ambientais. A associação verificada entre a função reflexiva e a reconciliação das representações associadas à traumatização no sistema de representações globais do Self com os níveis de PSPT e Depressão sugerem que a reorganização da estrutura psíquica e dos padrões interpessoais formam uma complexa matriz intrapsíquica subjacente às mudanças dos sintomas.Marques, Maria EmíliaOliveira, Rui Aragão GomesRepositório do ISPAFerrajão, Paulo2016-05-21T13:51:56Z20152015-01-01T00:00:00Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/10400.12/4662urn:tid:101390084porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)instname:FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiainstacron:RCAAP2025-03-07T15:05:18Zoai:repositorio.ispa.pt:10400.12/4662Portal AgregadorONGhttps://www.rcaap.pt/oai/openaireinfo@rcaap.ptopendoar:https://opendoar.ac.uk/repository/71602025-05-29T01:08:59.017718Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) - FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiafalse |
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Enquadramento: A traumatização de guerra associada à perpetração e/ou testemunho de violência e os processos associados à recuperação da Perturbação de Stresse Pós-Traumático (PSPT) em ex-combatentes, são dois temas que têm merecido pouca atenção por parte da investigação científica. O impacto das consequências psicossociais da experiência de guerra na identidade dos indivíduos e a relação dessas variáveis com os processos internos e nas relações com os outros são dois temas considerados relevantes nestes processos, embora ainda pouco estudados. Objectivos: A presente Dissertação teve como propósito produzir alguma evidência acerca dos tópicos referidos. Com estes estudos pretendemos explorar a experiência do processo de traumatização de guerra, os factores que influenciam as mudanças na identidade dos ex-combatentes, e as estratégias mentais utilizadas no coping das consequências da traumatização. Outro objectivo foi a investigação preliminar de potenciais relações entre variáveis como a função reflexiva, a reparação moral, percepção de suporte social, e o dano moral nos níveis de PSPT e Depressão. Método: Para atingir os objectivos deste estudo, delineamos três investigações independentes. No Estudo 1, a amostra era constituída por 120 ex-combatentes da Guerra Colonial Portuguesa (GCP) que recebiam tratamento clínico. Foi efectuado um estudo correlacional onde analisámos o efeito da exposição ao combate, o testemunho e a prática de violência abusiva, e do senso de coerência no desenvolvimento da PSPT e Depressão. Foram efectuadas análises de regressão logística binomial independentes e análises de regressão. No Estudo 2, a amostra era constituída por 60 ex-combatentes da GCP: um grupo com PSPT crónica (n=30) e um grupo com remissão da PSPT (n=30). A exploração das experiências traumáticas e dos factores atribuídos à restauração da resiliência foram recolhidas através duma metodologia qualitativa, com recurso a entrevistas semi-estruturadas realizadas individualmente a cada participante. No Estudo 3, a amostra era idêntica à do estudo anterior, tendo sido efectuado um estudo correlacional com delineamento de métodos mistos. A análise do conteúdo das entrevistas para ambos os estudos foi realizada com base no método de codificação categorial não indutivo de Bardin. Os níveis da PSPT e Depressão foram avaliados, respectivamente, através do Impact of Event Scale - Revised e do Brief Symptom Inventory. Resultados: Os resultados do Estudo 1 revelaram que a participação e o testemunho de violência abusiva, e níveis mais reduzidos de senso de coerência associavam-se a probabilidades mais elevadas de exceder o ponto de corte para o diagnóstico de Depressão. Todas as variáveis associavam-se a probabilidades mais elevadas de exceder o ponto de corte para diagnóstico da PSPT. O senso de coerência era uma variável mediadora do efeito da exposição ao combate e do testemunho de violência abusiva nos níveis de PSPT e Depressão. No Estudo 2, foram identificados seis temas atribuídos à recuperação ou manutenção da perturbação: stressores de guerra, acontecimentos de vida stressores, estratégias mentais e de coping, auto-integração de experiências morais incongruentes nos esquemas pessoais, auto-compreensão dos estados mentais, e suporte social percebido. Estes temas suportaram um modelo compreensivo do processo de recuperação da traumatização de guerra, com base na reconciliação das experiências moralmente discrepantes nos esquemas do Self, e desenvolvimento de maior compreensão dos estados mentais do Self. No Estudo 3, a compreensão dos estados mentais e a integração de experiências de dano moral nos ix esquemas pessoais eram variáveis preditoras dos níveis da PSPT e Depressão, enquanto o nível de exposição ao combate era preditor do nível da PSPT. Conclusões: A traumatização de guerra parece constituir um processo de confronto cumulativo com acontecimentos disruptivos e stressores não traumáticos na guerra, e com as consequências biopsicossociais da experiência no pós-guerra. A reconciliação das representações associadas à traumatização no sistema de representações globais do Self e a função reflexiva surgiram como duas variáveis chave no processo de restauração da resiliência, apresentando um efeito transformador na restauração da coerência do Self dos indivíduos. A restauração de capacidades de resiliência associa-se à posse, ou restauração, de recursos intrapsíquicos e a mobilização de recursos ambientais. A associação verificada entre a função reflexiva e a reconciliação das representações associadas à traumatização no sistema de representações globais do Self com os níveis de PSPT e Depressão sugerem que a reorganização da estrutura psíquica e dos padrões interpessoais formam uma complexa matriz intrapsíquica subjacente às mudanças dos sintomas. |
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